Ismara Roza, subcontroladora de correição administrativa da CGD
Na prática, a atuação contribui para reduzir falhas, evitar desperdícios e melhorar a eficiência dos serviços prestados à população.
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“O nosso objetivo não é o processo pelo processo, mas a excelência da gestão”, aponta a subcontroladora de correição administrativa da CGDF, Ismara Roza. “Ao orientar os órgãos, prevenimos irregularidades e indicamos caminhos mais seguros para a tomada de decisão.”
Também durante o ano passado, foram feitas 495 análises iniciais de admissibilidade, etapa que verifica se há indícios suficientes para abertura de processos formais de apuração. O procedimento permite direcionar esforços para casos com maior relevância e evita gastos com investigações sem fundamento.

