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Brasil

Brasil nega visto para servidores dos EUA que queriam monitorar urnas

Ultima atualização: 25 de julho de 2026 14:05
Por: Redação
Publicado: 25 de julho de 2026
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O Ministério das Relações Exteriores brasileiro confirmou neste sábado (25) a negativa do governo de autorizar vistos a dois funcionários norte-americanos:o subsecretário do Departamento de Estado para a Democracia, Direitos Humanos e Trabalho, Riley Barnes, e o subsecretário adjunto Samuel Samson.

Os vistos foram negados ontem (24).

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  • PT aciona TSE contra Flávio Bolsonaro sobre urnas eletrônicas.
  • TSE reforça que empresa venezuelana não forneceu urnas ao Brasil.

O governo brasileiro tomou conhecimento do interesse do Departamento de Estado norte-americano de enviar dois funcionários para o Brasil. Eles queriam conversar com autoridades eleitorais para discutir liberdade de expressão relacionada às eleições de outubro.

Chamou a atenção das autoridades brasileiras que o pedido de visto veio na sequência de evento em quepolíticos brasileiros se reuniram com diplomatas para levantar suspeitas sobre as urnas eletrônicas. O governo considerou como instrumentalização política a visita nesse contexto eleitoral e decidiu negar os vistos.

O questionamento às urnas eletrônicas voltou a ganhar destaque após o pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), divulgar informação falsa sobre as urnas brasileiras.

Ele afirmou nessa segunda-feira (21), durante oevento com diplomatas em Brasília, que os equipamentos brasileiros seriam da empresa venezuelana Smartmatic – sem apresentar provas.

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negou, nesta quarta-feira (22), a informação de que a empresa venezuelana Smartmatic forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados nos equipamentos eleitorais do Brasil. Segundo o tribunal,as urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral.Além disso, elas são produzidas sob “direta coordenação” dos servidores do TSE por empresas selecionadas por licitações públicas com ampla concorrência, “o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral”.

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Fonte: Agência Brasil

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