CNU 2 divulga nova classificação com vagas remanescentes e adicionais

CNU 2 divulga nova classificação com vagas remanescentes e adicionais

Ao todo, são 702 pessoas classificadas, sendo 242 em vagas imediatas remanescentes e 460 em vagas imediatas adicionais, com lotação no Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A nova lista reflete a movimentação da fila. A escola de governo do poder Executivo federal justifica que a reclassificação dos candidatos foi necessária para recompor as vagas não preenchidas nas convocações anteriores do CNU 2 e também pelo preenchimento de vagas adicionais no certame, estas autorizadas pelo MGI para ampliar o quadro de servidores federais.

A convocação segue rigorosamente a ordem de notas, a disponibilidade da lista de espera e os critérios de proporcionalidade das vagas reservadas (cotas).

Os classificados deverão observar os procedimentos, prazos e demais orientações dos atos administrativos de convocação de cada cargo.

Ministério da Gestão

São 208 vagas imediatas remanescentes e 300 vagas imediatas adicionais.

A carreira transversal (supervisionada pelo MGI) unifica os cargos administrativos de nível superior.

INSS

A classificação abrange o cargo de analista do seguro social em diversas especialidades — como serviço social, fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, tecnologia da informação, engenharia, direito, contabilidade, administração e estatística.

No INSS, as áreas contempladas no cargo de analista do seguro social são: serviço social, fisioterapia, psicologia, terapia ocupacional, tecnologia da informação, engenharia, direito, contabilidade, administração e estatística, distribuídas entre vagas remanescentes e adicionais.

CNU 2025

Os cargos públicos foram agrupados em nove blocos temáticos. Os cargos de cada bloco puderam ser escolhidos conforme a ordem de preferência indicada no momento da inscrição do candidato.

Conforme previsto em lei federal, o processo seletivo fez a reserva de vagas a pessoas negras, pessoas com deficiência (PCD), indígenas e quilombolas.

Nesse processo seletivo, o Ministério da Gestão ainda adotou o mecanismo de equiparação de gênero, com o objetivo de garantir que o número de mulheres aprovadas para a fase discursiva do certame fosse proporcional ao de candidatos homens.

A medida inédita resultou na participação de mais de 24 mil mulheres, cerca de 57% dos convocados, nas provas.

Fonte: Agência Brasil