O assédio eleitoral ocorre quando alguém utiliza sua posição de poder no ambiente de trabalho para influenciar, constranger ou pressionar trabalhadores a votar, deixar de votar ou apoiar determinado candidato, partido ou posicionamento político.
Para aderir à Aliança pelo Voto Livre e Secreto basta acessar a página da campanha, baixar os materiais de divulgação e registrar o compromisso com a iniciativa. O conteúdo está disponível para uso gratuito e pode ser personalizado por empresas, órgãos públicos e demais organizações com a inclusão de suas marcas, ampliando o alcance da mobilização.
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Além disso, os participantes poderão compartilhar registros da adesão nas redes sociais, marcando o perfil do Tribunal Superior do Trabalho (@tstjus), fortalecendo a mensagem em defesa da democracia e da liberdade de escolha.
Como identificar?
A campanha traz orientações sobre como identificar o assédio eleitoral no ambiente de trabalho. Entre as práticas mais comuns estão:
– ameaças de demissão ou de prejuízos profissionais em razão da opção eleitoral do empregado;
– promessas de benefícios ou vantagens em troca de apoio político;
– exigência de participação em atos de campanha;
– fiscalização ou cobrança sobre o voto de trabalhadores;
– intimidações, constrangimentos ou humilhações relacionadas às preferências políticas.
Fonte: Agência Brasil

