Em nota à imprensa, Aragão declarou que “somente participa de iniciativas jurídicas pautadas pela absoluta seriedade, confiança profissional e responsabilidade”.
O advogado não informou o fato concreto que o levou a deixar a defesa do ex-presidente.
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“Eventual colaboração premiada apenas seria considerada diante da existência de provas consistentes e inequívocas, sempre com respeito à legalidade, às instituições e à reputação das pessoas envolvidas”, afirmou.
Fonte: Agência Brasil



