Dia dos Namorados: Vigilância Sanitária do DF reforça fiscalização em motéis e hotéis

Agentes fazem vistoria em piscina de quarto de motel: critérios são rigorosos para o uso desses equipamentos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF

Foco é a saúde

Lavanderias de hotéis e de motéis também são fiscalizadas minuciosamente

O auditor da Vigilância Sanitária do DF, Adriano Marafiga, lembra que a fiscalização abrange diversos aspectos que podem impactar diretamente a saúde dos usuários. “Avaliamos piscinas, troca de lençóis, higienização dos colchões e condições que permitam uma limpeza eficiente”, enumera. “Também verificamos se os colaboradores utilizam equipamentos de proteção individual [EPIs] para garantir a própria segurança e a dos hóspedes”.

Adriano Marafiga, auditor da Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde

“Sempre que a Vigilância Sanitária realiza uma visita, buscamos corrigir prontamente qualquer irregularidade identificada”, relatou Maria do Socorro Bernardo, gerente de um dos motéis vistoriados. “Nosso compromisso é oferecer um ambiente seguro e de qualidade.”

Cuidados importantes

A Vigilância Sanitária do DF orienta que os clientes verifiquem se roupas de cama e banho estão limpas, lacradas e em embalagens plásticas individualizadas. Também é importante observar as condições gerais do quarto e do banheiro. O ambiente não deve apresentar cheiro de esgoto, presença de insetos, mofo nas paredes ou acúmulo de poeira.

Em piscinas, a água deve estar cristalina, sem odor forte de produtos químicos e com bordas livres de limo. Já nas banheiras de hidromassagem, a recomendação é acionar o equipamento por cerca de 30 segundos antes do uso. Caso surjam resíduos escuros ou odor intenso, o ideal é não utilizá-la, pois isso pode indicar falhas na desinfecção da tubulação.

Em caso de irregularidades ou riscos à saúde, a Vigilância Sanitária adota medidas legais, conforme a gravidade do problema. “Algumas situações podem ser corrigidas dentro de um prazo estabelecido por meio de intimação”, explica Adriano Marafiga. “Já nos casos mais graves, é possível aplicar auto de infração, realizar apreensões e até interditar o estabelecimento, mantendo a medida até que todas as não conformidades sejam solucionadas”.

*Com informações da Secretaria de Saúde

Fonte: Agência Brasília