1) Eu, o eleitor
Antes de avaliar as propostas ou o currículo dos candidatos é importante olhar para si mesmo e para sua coletividade. Alguns questionamentos podem guiar essa reflexão:
- A qual grupo social e econômico eu pertenço?
- Com quais ideologias e visões de mundo eu me identifico?
- Quais problemas eu espero que o Poder Público priorize?
2) O que faz um político?
3) Ações valem mais que palavras
- Avalie o currículo, o histórico e as propostas do candidato.
- Quem o financia ou o apoia?
- Quais partidos compõem sua coligação e de que setores vêm seus principais apoios (grandes corporações, instituições financeiras, sindicatos, movimentos sociais)?
- As propostas que ele apresenta atacam a raiz dos problemas ou não passam de discursos genéricos?
4) Alinhamento partidário
- Como a legenda tem votado;
- As pautas que o partido historicamente apoia;
- Sua consistência ideológica;
- Suas alianças com outros partidos nesta e em outras eleições.
5) Puxadores de voto
“É importante o eleitor saber qual a nominata [lista oficial] do partido. E, se for o caso, que não vote [em determinada legenda] motivado por uma única pessoa”, acrescenta González.
6 – No dia da votação
Ao contrário da “colinha”, o celular tem que ficar de fora da cabine de votação. Também é proibido votar portando máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que permita ao eleitor registrar seu voto. Se necessário, a pessoa deve deixar o aparelho com os mesários. Em vigor desde 2009, a proibição foi adotada para, segundo o TSE, proteger o sigilo e o livre exercício do direito ao voto.






