Na Cidade Estrutural, antes mesmo das 8h, as filas nos locais de votação reuniam dezenas de pessoas. A dona de casa Luciana Cândida da Silva acordou 5h30 para garantir que seria uma das primeiras. “Estou morando em Corumbá 4, em Goiás. Como é longe, eu saí de lá cedinho. Cheguei aqui e fui a terceira a votar.”
“Sempre acompanhei a política e acho que temos que defender a soberania do nosso país. E essa é uma forma de sermos cidadãos.”
A legislação eleitoral define que o voto é facultativo para pessoas a partir dos 70 anos, assim como para analfabetos e jovens maiores de 16 e menores de 18 anos.
“O que a gente vai decidir aqui vai definir o nosso futuro, sobre o salário mínimo, sobre a educação e as próximas gerações.”
Aos 18 anos, Bruna passou a integrar este ano o grupo de eleitores para quem o voto é obrigatório.




