Flávio Bolsonaro (PL) reagiu à circulação de mensagens sobre supostos cortes em programas sociais e direitos trabalhistas. Segundo reportagem da Revista Oeste publicada em 7 de outubro, o candidato atribuiu a disseminação dos conteúdos ao PT e a setores da esquerda. A publicação, porém, não apresenta provas individualizadas da autoria das mensagens.
A equipe de Flávio afirma que suas propostas preservam o Bolsa Família, as aposentadorias e o trabalho formal pela CLT. Também nega a privatização do SUS e o encerramento da Farmácia Popular, defendendo maior acesso a medicamentos.
Uma checagem do UOL Confere também classificou como falsas publicações que atribuíam à campanha o anúncio do fim do 13º salário e do BPC, além do aumento da idade mínima para aposentadoria.
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O episódio exige explicações de quem divulga essas alegações. Se dirigentes ou canais ligados ao PT as reproduziram, precisam apresentar os documentos que sustentam suas afirmações.
Para o PL, permanece a cobrança por uma resposta pública sobre eventuais medidas judiciais. A reportagem consultada não informa quais ações foram propostas; portanto, não permite concluir que o partido decidiu deixar de processar os responsáveis.
O eleitor merece conhecer propostas reais. Transformar o medo de perder medicamentos, renda e direitos em ferramenta eleitoral empobrece o debate e prejudica uma escolha informada.

