Para Dayane Cardoso de Melo, fonoaudióloga e gestora em Políticas Públicas e Gestão Ocupacional à frente do PSV, a trajetória do programa reflete uma construção institucional de longo prazo. “Esse programa já existe desde 2012 dentro da Secretaria de Educação. Hoje, as fonoaudiólogas que o conduzem estão na Secretaria de Economia, cedidas para lá — mas o alcance cresceu. O Programa de Saúde Vocal atende a todos os servidores do GDF”, explica.
Prevenção e consciência corporal
Embora os professores sejam o público-alvo principal, o PSV ampliou seu escopo: “A gente também realiza ações para os gestores, para os cargos de chefia e de direção”, complementa Dayane.
Na prática, o trabalho das fonoaudiólogas vai da prevenção à consciência corporal. “A gente trabalha na promoção da saúde: ensina hábitos saudáveis como hidratação, postura, uso correto da voz e ergonomia para esses profissionais dentro da sala de aula”, detalha. O programa também inclui técnicas de aquecimento e desaquecimento vocal, com foco na autonomia do professor.
“A gente ensina os professores a aquecerem e a desaquecerem a voz para que tenham mais consciência de como usar a respiração, a articulação, a postura — para que coloquem essa voz de uma forma saudável, com projeção vocal, mas sem causar sobrecarga no aparelho fonador”, explica a fonoaudióloga.
Live do Dia da Voz
*Com informações da SEEDF
Fonte: Agência Brasília



