O período de estiagem no DF, com seca bem definida, continua sendo uma realidade, mas hoje a gestão trabalha preparada em articulação com os produtores rurais por meio de marcos regulatórios para a garantia da manutenção das atividades agrícolas.
Em comparação com a crise hídrica que enfrentamos entre 2016 e 2018, os sistemas estão integrados e, além disso, ainda há o aporte do Corumbá IV.
A Adasa ainda evoluiu na regulação e passou a adotar curvas de referência para acompanhar os níveis dos reservatórios. Elas são atualizadas a cada ano e passaram a incluir os chamados estados hidrológicos, que indicam a situação dos reservatórios e ajudam na tomada de decisão.
Os estados hidrológicos são divididos em três faixas: verde, sem restrição de uso; amarelo, que indica alerta e exige algumas regras; e vermelho, que representa situação de escassez hídrica.
Para cada nível, há medidas previstas. No amarelo, por exemplo, há intensificação da fiscalização e ações para reduzir o consumo. No vermelho, podem ser adotadas medidas mais rigorosas, como campanhas mais fortes e até a possibilidade de racionamento de água.
Desde 2017, a população também passou a ter acesso direto às informações sobre os níveis dos reservatórios, por meio de painéis disponibilizados pela Adasa. A iniciativa reforça a transparência e estimula o engajamento da população no uso consciente da água.
Fonte: Agência Brasília



