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Distrito Federal

Nova edição do Libertarte integra arte, cultura e economia solidária para o cuidado com a saúde mental

Ultima atualização: 4 de maio de 2026 10:45
Por: Redação
Publicado: 4 de maio de 2026
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O objetivo é oferecer oficinas que mobilizem diversas linguagens artísticas e práticas manuais, como horta, pintura e músicas. A coordenadora-geral do projeto, Rosângela Fernandes Camapum, explica que o conhecimento reproduzido nas oficinas beneficia todos os usuários dos Caps. “Esse projeto visa levar arte e cultura para os usuários de saúde mental em todos os Caps na perspectiva da reforma psiquiátrica antimanicomial, levando o cuidado em liberdade e complementando a assistência médica de uma forma livre, onde os usuários protagonizam o próprio cuidado”, reforça.

A partir das oficinas oferecidas pela programa, os usuários dos Caps protagonizam o próprio cuidado | Foto: Sandro Araújo/ Agência Saúde DF

Capacitação

A diretora substituta de Atenção Psicossocial, Jamila Zgiet, destaca que as oficinas vão formar profissionais preparados para um cuidado terapêutico com foco na liberdade do usuário. “A ideia é a gente criar grupos que possam permanecer depois nos Caps, para que eles se aprofundem naquele tema e consigam continuar fazendo as oficinas sozinhas depois das saídas dos terapeutas”, explicou.

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Zgiet destaca que, com as oficinas, o usuário poderá garantir a continuidade do tratamento. “É uma atividade que tem um viés tanto terapêutico quanto de produção. Está tudo voltado para os usuários, para a autonomia, para eles terem realmente um potencial tanto terapêutico quanto de inserção e geração de renda e trabalho”, destacou.

Projeto

A diretora da Fiocruz Brasília, Fabiana Damásio, enfatizou como a iniciativa tem sido replicada para outros estados do país. “Esse é um espaço de partilha de tecnologias sociais. O que a gente desenvolve com os profissionais da oficina levamos para outros locais, outros estados”, destacou.

Fonte: Agência Brasília

TAG:Centro De Atenção Psicossocial (caps)
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