As obras do Canal do Pulador, em Brazlândia, foram retomadas. Os serviços são executados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) em parceria com os produtores rurais com investimento de R$ 320 mil, oriundos de emenda parlamentar do deputado distrital Iolando. Cerca de 40 propriedades são beneficiadas com a tubulação de 2,4 km, que leva água de qualidade para todos, garantindo segurança hídrica para plantar e trabalhar.
A intervenção reúne esforços da Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) e da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater-DF), com oferta do projeto e do acompanhamento técnico. Participam também a Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), com disponibilização de maquinário, e a Administração Regional de Brazlândia, por meio do fornecimento de materiais e suporte operacional. Os moradores atuam na instalação das caixas de passagem e captação de água nas chácaras.
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A tubulação do canal, que antes era a céu aberto, é essencial para evitar desperdícios por infiltração, evaporação e contaminação. O material usado é polietileno de alta densidade (PAD). “O revestimento é de importância fenomenal para transformar as propriedades, para que possam ser produtivas de fato, e para eliminar qualquer tipo de contaminação e de desperdício de água, fazendo com que seja bem melhor utilizada”, explica o engenheiro agrônomo da Emater-DF, Rildon OIiveira.
A obra contempla também a construção de caixas de passagem e reservatórios revestidos por geomembrana nas propriedades. A iniciativa busca garantir o abastecimento durante todo o ano, reduzir os impactos da estiagem e fortalecer a agricultura familiar.
“Cada propriedade tem a sua caixa de passagem, que disponibiliza a água por uma saída independente, e também construímos, nas propriedades que têm condições, um reservatório preparado para receber a água para que eles possam canalizar e distribuir para as suas plantações ou para criação de peixe, utilizando da melhor forma possível, sem desperdício e voltando o que sobra para o meio ambiente”, explica Oliveira.

