“Quando você começa a aplicar a técnica da comunicação não violenta, você tem um ganho na equipe, constrói um ambiente mais seguro e, consequentemente, vai ter uma equipe com maior performance”
Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da CPLAM e membro da CAC
A formação foi conduzida por Ronaldo Silvestre da Costa, assessor técnico da Coordenação de Planejamento e Monitoramento de Contratações (CPLAM) e membro da Comissão de Avaliação do Contrato de Gestão (CAC). Durante o encontro, ele destacou que a comunicação não violenta vai além das relações internas e reflete diretamente na assistência oferecida à população.
“Quando você começa a aplicar a técnica da comunicação não violenta, você tem um ganho na equipe, constrói um ambiente mais seguro e, consequentemente, vai ter uma equipe com maior performance. Isso reflete na ponta, em um atendimento com mais qualidade e uma escuta mais ativa do próprio paciente que busca os nossos serviços”, afirma.
Segundo Ronaldo, um dos principais desafios das organizações está na qualidade das relações interpessoais. Ele ressaltou que, muitas vezes, equipes tecnicamente qualificadas deixam de alcançar melhores resultados devido a falhas de comunicação e dificuldades no relacionamento entre os profissionais.
Ao longo da palestra, foram desenvolvidas atividades práticas que incentivaram os participantes a refletir sobre autenticidade, clareza na comunicação e construção de vínculos de confiança dentro das equipes. O palestrante também abordou a importância da escuta ativa, da linguagem positiva, da validação de sentimentos e da criação de espaços seguros para diálogo.
Observação sem julgamento
O debate também trouxe reflexões sobre liderança baseada em acolhimento, e não em medo. Ronaldo lembrou que, frequentemente, profissionais deixam empresas, equipes ou projetos não pelo trabalho em si, mas pela forma como são tratados no dia a dia.
Durante o encontro, foram apresentados princípios da Comunicação Não Violenta (CNV), como observação sem julgamento, empatia, escuta ativa e expressão respeitosa de sentimentos e necessidades. A metodologia busca transformar a comunicação por meio do diálogo construtivo e da compreensão mútua, fortalecendo relações profissionais mais saudáveis.
Para o palestrante, iniciativas como o PDL representam um investimento direto no desenvolvimento humano dos colaboradores e na melhoria contínua dos serviços prestados pelo IgesDF.
“O programa traz esse aspecto da formação. É uma pausa para refletir, compartilhar experiências e entender como boas práticas de comunicação podem melhorar nosso trabalho, dar mais fluidez aos processos e fortalecer a assistência prestada nas unidades”, conclui.
Oportunidade de rever atitudes
“Capacitar os gestores nesse tema contribui diretamente para o desenvolvimento de equipes mais engajadas, para a melhoria do clima organizacional e para uma cultura institucional pautada na empatia e no respeito”
Tatiana Marra, chefe do NUCDC
O Programa de Desenvolvimento de Liderança promove encontros periódicos voltados ao fortalecimento das competências de liderança no IgesDF, estimulando o desenvolvimento humano, a melhoria das relações interpessoais e a construção de uma cultura organizacional mais acolhedora e eficiente.
A iniciativa é desenvolvida pela Superintendência de Pessoas, por meio do Núcleo de Cultura, Desenvolvimento e Comunicação Interna (NUCDC), e integra as ações voltadas ao fortalecimento das lideranças da instituição.
“Promover espaços de diálogo sobre comunicação não violenta é essencial para o fortalecimento das lideranças e para a construção de relações de trabalho mais saudáveis, respeitosas e colaborativas. Capacitar os gestores nesse tema contribui diretamente para o desenvolvimento de equipes mais engajadas, para a melhoria do clima organizacional e para uma cultura institucional pautada na empatia e no respeito”, completa a chefe do NUCDC, Tatiana Marra.
*Com informaçõs da IgesDF
Fonte: Agência Brasília



