“Você consegue moldar as peças que podem ser fixadas em diferentes tamanhos, o que torna o tratamento mais dinâmico e personalizado”
Antônio Bonaparte, chefe da Cirurgia Torácica do HBDF
O chefe da Cirurgia Torácica do HBDF, Antônio Bonaparte, explica que o diferencial da tecnologia está na adaptação do material à anatomia de cada paciente. “Você consegue moldar as peças que podem ser fixadas em diferentes tamanhos, o que torna o tratamento mais dinâmico e personalizado”, afirma.
Segundo o especialista, o novo sistema também pode proporcionar mais conforto durante a recuperação e reduzir riscos no pós-operatório. “A vantagem é uma recuperação mais rápida e segura, com menos dor e menos complicações no pós-operatório”, explica Bonaparte.
Os profissionais interessados também puderam acompanhar o procedimento de forma remota, ampliando o alcance da capacitação e permitindo a participação simultânea de equipes de diferentes setores.
Para o enfermeiro do Núcleo de Educação Permanente (Nudep), Aécio Donizetti, a formação antecipa a preparação técnica dos profissionais para quando o material passar a ser utilizado na rede. “É algo que vai beneficiar muito a população. A ideia é que, quando o material estiver disponível, os profissionais já estejam capacitados para utilizá-lo com segurança e eficiência”, destaca Donizete.
O cirurgião José Ribas, especialista em fraturas nas costelas e professor da Universidade de São Paulo (USP), também participou da atividade e ressaltou a importância da incorporação da tecnologia ao Sistema Único de Saúde (SUS). “Essa é uma das tecnologias mais modernas disponíveis atualmente para tratar fraturas nas costelas e pode trazer mais conforto e recuperação mais rápida aos pacientes”, afirma.
Fonte: Agência Brasília



