“Essas violências podem afetar qualquer pessoa. No entanto, sabemos também que as mulheres ainda são as mais suscetíveis a esse tipo de prática, especialmente em ambientes marcados pela desigualdade, pelo abuso de poder e pela misoginia estrutural”
Jackeline Aguiar, secretária da Mulher
Mecanismos de combate
A programação contou com palestra da juíza federal da Justiça Militar Mariana Queiroz Aquino, titular da 1ª Auditoria da 1ª Circunscrição Judiciária Militar. A magistrada falou sobre desafios e mecanismos de combate a essas práticas no dia a dia.
Na ocasião, também foi lançado o curso EaD “Prevenção e Enfrentamento ao Assédio, Atuação das Comissões, Comunicação Não violenta e Práticas Restaurativas”, que visa promover a compreensão e a aplicação de conhecimentos sobre a prevenção e o enfrentamento do assédio e da discriminação no ambiente de trabalho. A ação está de acordo com as diretrizes da Resolução no 351/2020 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que instituiu a Política de Prevenção e Enfrentamento do Assédio Moral, do Assédio Sexual e da Discriminação no âmbito do Poder Judiciário.
*Com informações da Secretaria da Mulher
Fonte: Agência Brasília



