Mais de 10 mil toneladas de alimentos impróprios para consumo são apreendidas no DF em 2026

Fiscalização de alimentos, pela Vigilância Sanitária, em estabelecimento comercial | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde

“Estamos falando de internações, faltas ao trabalho, sequelas graves e, em casos extremos, mortes que poderiam ser totalmente evitadas, além de sobrecarga nas unidades de saúde”

Márcia Olivé, diretora de Vigilância Sanitária

Caráter educativo

No laboratório,análises podem detectar a presença de bactérias, fungos, aditivos como corantes, conservantes e aromatizantes

“O alimento contaminado, muitas vezes, mantém o mesmo cheiro, cor e sabor de um alimento saudável”

Fernanda Ledes, gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF

Padrão de qualidade

Somente em 2026, a Vigilância Sanitária já realizou a coleta de mais de 700 produtos para análise no Lacen-DF. Os fiscais recolhem itens diretamente nas prateleiras de supermercados, farmácias e serviços de saúde para checar se o lote comercializado é idêntico e seguro. “O objetivo destas análises é verificar se as amostras coletadas estão dentro dos padrões de qualidade exigidos para consumo, de acordo com as legislações sanitárias vigentes”, detalha a diretora do Lacen-DF, Solange Fagundes.

A análise laboratorial é importante porque nem sempre a contaminação é evidente. “O alimento contaminado, muitas vezes, mantém o mesmo cheiro, cor e sabor de um alimento saudável”, destaca a gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF, Fernanda Ledes.

Fonte: Agência Brasília