Segundo a governadora, estão previstas outras ações coordenadas pela Ceiss: “Também estamos estruturando um trabalho de acolhimento para pessoas em situação de rua, em parceria com o gabinete do primeiro-cavalheiro, que vai contribuir nesse processo. Fico muito feliz de estar aqui, compartilhando esse momento e contando também com o apoio da minha família e do meu marido nesse projeto”.
Incentivo à doação
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A programação na Praça do Buriti inclui coleta de sangue pela equipe do Hemocentro de Brasília, além de ações educativas, atividades de conscientização, cidadania e mobilização social.
O presidente da fundação, Osney Okumoto, destaca que, atualmente, os estoques de sangue do DF estão em nível considerado razoável, mas reforça a importância de mantê-los sempre abastecidos para atender aos 17 hospitais públicos que recebem o sangue coletado. “Dessa forma, é possível atender qualquer necessidade de urgência ou emergência, em acidentes, em cirurgias ou casos de violência. Por isso, a disponibilidade de sangue é fundamental”, afirma.
O presidente reforça a importância da doação contínua, especialmente por causa das plaquetas, hemocomponentes usados para estancar hemorragias, que têm validade de apenas cinco dias: “A regularidade nas doações garante que possamos realizar atendimentos com rapidez e eficiência”.
O Hemocentro também orienta que pessoas com sintomas de doenças respiratórias ou febre aguardem a recuperação antes de doar, já que esses casos geram inaptidão temporária e podem representar risco de transmissão aos pacientes que receberão o sangue.
Quem participou da ação foi a Francisca Santos, 54 anos, gari há quatro anos e doadora de sangue pela primeira vez: “Vi uma reportagem no jornal dizendo que os estoques estavam baixos. Quando minha fiscal avisou no grupo que estavam selecionando pessoas para participar do Gari Sangue Bom, logo me inscrevi. Depois, ela me ligou dizendo que eu tinha sido sorteada, e hoje estou aqui. Estou amando a experiência. Saber que posso ajudar a salvar até quatro vidas é bom demais. E o processo é supertranquilo. A gente só deita, mexe a mão, e quando vê, já terminou. Nem dá para perceber.”
A primeira vez também foi compartilhada com Amanda Fernandes, 20, gari há sete meses, que reforça a importância do gesto: “É importante porque muitas pessoas precisam. A gente nunca sabe o dia de amanhã e, às vezes, pode ser a gente precisando. Esse ato é fundamental, tanto para bebês quanto para quem enfrenta complicações no parto. Por isso, é importante doar sempre. Eu pretendo doar várias vezes”.
O evento contou ainda com a presença do Garizinho, personagem educativo do SLU, que promoveu atividades de conscientização e educação voltadas à população. A Praça do Buriti também recebeu apresentações do Teatro do Detran, com informação e conscientização de forma lúdica e interativa para crianças, jovens e adultos.
Fonte: Agência Brasília



