“Quando a educação valoriza a cultura popular, fortalece a identidade dos nossos estudantes e amplia suas oportunidades de aprendizagem, contribuindo para sua formação cidadã e acadêmica”
Iêdes Braga,secretária interina de Educação
Cultura, educação e troca de experiências
“A gente se inspirou bastante em como o girassol cresce, floresce e busca sempre a luz. Ele está sempre virado para o Sol e, quando os dias estão nublados, os girassóis se voltam uns para os outros”
Maria Luíza Fonseca,aluna do 2º ano do ensino
Para a discente, a oportunidade de representar o Distrito Federal em Campina Grande é a realização de um sonho compartilhado por todo o grupo. “A emoção é enorme. Acho que todo quadrilheiro tem esse sonho, porque estamos falando do Maior São João do Mundo”, empolga-se. “É uma experiência que a gente ainda nem consegue imaginar como será. Estamos muito animados para conhecer tudo e viver cada momento. Tenho certeza de que será uma lembrança que vamos guardar para sempre”.
Para a professora Lucineide Amorim, que participa do projeto e acompanha a comitiva, a participação no festival representa o reconhecimento de uma trajetória construída ao longo de mais de uma década. “São 13 anos de trabalho, e poder estar em Campina Grande, encerrando um festival tão importante como a única quadrilha escolar do Distrito Federal e um dos poucos projetos pedagógicos desse formato no Brasil, é motivo de muito orgulho”, ressalta.
“Primeiro eles encantaram Planaltina, depois conquistaram Brasília e agora terão a oportunidade de mostrar esse trabalho para o Brasil”
Flávio Dias Amaral, coordenador da Regional de Ensino de Planaltina
O coordenador da Regional de Ensino de Planaltina, Flávio Dias Amaral, contou que a comitiva do DF reúne 50 participantes, representando um projeto que mobiliza as unidades escolares da região. “Ao todo, oito escolas de Planaltina participam do projeto, levando 35 estudantes e mais 15 integrantes da equipe de apoio. É a realização de um sonho, porque esse trabalho vai muito além da dança da quadrilha. Trata-se de um projeto que transforma vidas e promove o pertencimento”, diz.
Segundo Flávio, o Xodó do Cerrado consolidou-se ao longo de 13 anos como uma referência de integração entre cultura e educação. “Primeiro eles encantaram Planaltina, depois conquistaram Brasília e agora terão a oportunidade de mostrar esse trabalho para o Brasil”, destaca. “Neste ano, o Xodó do Cerrado será o único representante do Distrito Federal no festival, levando uma experiência pedagógica construída dentro da escola pública e reconhecida pela sua relevância cultural e social”.
As apresentações no III Festival de Quadrilhas Juninas Escolares são realizadas por turmas do ensino fundamental e médio, que levam ao público espetáculos construídos ao longo do ano letivo, com temas originais, figurinos elaborados, coreografias e elementos que destacam a riqueza cultural das quadrilhas juninas.
*Com informações da SEEDF
Fonte: Agência Brasília



