“Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques”
Gutemberg Gomes, presidente do Instituto Brasília Ambiental
As intervenções contemplam os parques ecológicos do Gama, Lago Norte, Veredinha, Asa Sul e Saburo Onoyama, além da Área de Relevante Interesse Ecológico (Arie) do Bosque. O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes, explicou que o cercamento integra as ações de proteção das unidades de conservação administradas pelo órgão, que atualmente somam 84 áreas no Distrito Federal, sendo 34 parques ecológicos.
“O cercamento faz parte da proteção da unidade de conservação. Estamos realizando esse trabalho em diferentes regiões do Distrito Federal para reforçar a preservação desses espaços e também a segurança da população que utiliza os parques”, afirmou.
Entre as vantagens das novas estruturas destacam-se a maior dificuldade de o espaço ser alvo de vandalismo e de furto, menor necessidade de manutenção e durabilidade estimada de aproximadamente 20 anos. No caso de alambrados e mourões com arame, a durabilidade média é de dez a 15 anos, a depender do material, do ambiente e da ocorrência de depredação.
Ela ressaltou, ainda, a diferença que faz para as famílias que frequentam o espaço: “O parque é um ambiente convidativo para toda a família, então as que trazem idosos, crianças ou pessoas que exigem uma atenção diferenciada ficam muito mais à vontade para se deslocar em um ambiente que já está com essa proteção da barreira física, que diminui os pontos vulneráveis”.
Frequentador assíduo do Parque Ecológico Asa Sul, o engenheiro florestal Ariel de Andrade, 54, acredita que a nova estrutura contribuirá para a preservação e para a sensação de segurança. “Eu frequento o parque há bastante tempo, corro aqui quase todo dia e considero muito importante o novo cercamento, porque traz mais segurança para os usuários, ajuda a evitar vandalismo e dá mais proteção para todos que utilizam o espaço. Até na questão de cachorros soltos, por ficar próximo à pista, o cercamento pode ajudar a evitar algum incidente”, observou.
Moradora da Vila Telebrasília, próxima ao Parque Ecológico da Asa Sul, a aposentada Lenilda Santiago Soares, 66, avalia que a mudança beneficia quem circula pela região: “É muito bom. A gente passa aqui sempre, e a cerca traz uma segurança maior até para o próprio parque”.
Fonte: Agência Brasília



