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Distrito Federal

Curso de francês no CIL de Ceilândia abriu portas para servidora seguir carreira na Embaixada da França

Ultima atualização: 19 de junho de 2026 18:20
Por: Redação
Publicado: 19 de junho de 2026
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A trajetória de Aline Bastos Lima mostra como a educação pública pode ampliar horizontes e abrir caminhos. Servidora da Secretaria Educação (SEEDF), ela começou a estudar francês aos 14 anos no Centro Interescolar de Línguas (CIL) de Ceilândia. Anos depois, o conhecimento construído dentro da secretaria passou a fazer parte da sua vida profissional, levando-a a atuar na Embaixada da França em Brasília.

“O francês entrou na minha vida quase por acaso, mas acabou me levando a lugares que eu nunca imaginei conhecer”, conta Aline Lima | Foto: Bruno Formiga/SEEDF

“Quando conheci os professores e descobri a riqueza da língua e da cultura francófonas, percebi que estava no lugar certo”

Aline Lima

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A entrada no curso se deu quase por acaso. Na época, Aline escolheu o francês porque não havia vagas em outras opções, e o que parecia uma decisão simples acabou transformando sua trajetória. “Quando conheci os professores e descobri a riqueza da língua e da cultura francófonas, percebi que estava no lugar certo”, lembra ela. “Não era apenas aprender um idioma, mas conhecer novas culturas, histórias e formas de ver o mundo”.

A força da educação

Ao retornar ao Brasil, passou a dar aulas de francês e seguiu construindo uma carreira ligada ao idioma. Em 2016, surgiu uma nova oportunidade profissional na Embaixada da França. Graças à dedicação e à experiência acumulada, ela foi selecionada para integrar a equipe do Serviço de Cooperação e de Ação Cultural, onde atua há cerca de dez anos.

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Para Aline, essa história reforça o papel da educação e dos centros interescolares de línguas na formação dos estudantes da rede pública: “O francês entrou na minha vida quase por acaso, mas acabou me levando a lugares que eu nunca imaginei conhecer. O Centro Interescolar de Línguas ampliou meus horizontes e teve um papel fundamental em toda a minha trajetória profissional”.

Educador em destaque

Há mais de 20 anos atuando no ensino de francês na rede pública, o professor Waldemar Oliveira Júnior, coordenador de francês do CIL de Taguatinga, conhecido pelos estudantes como Monsieur Oliveira, acompanha de perto como o aprendizado de um novo idioma pode criar novas possibilidades para os alunos.

“Aprender uma nova língua abre portas para o conhecimento, para outras culturas e para oportunidades que muitas vezes parecem distantes”

Waldemar Oliveira Júnior, coordenador de francês do CIL de Taguatinga

“Aprender uma nova língua abre portas para o conhecimento, para outras culturas e para oportunidades que muitas vezes parecem distantes”, pontua o professor. “Quando um aluno percebe que pode ir além do que imaginava, a educação mostra toda a sua força de transformação””

Estude francês na rede pública

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A SEEDF oferece, anualmente, cursos gratuitos de francês nas 17 unidades do CIL. O ingresso ocorre por meio de sorteio eletrônico realizado no site da secretaria. Para o segundo semestre deste ano, as inscrições estarão abertas do dia 29 deste mês a 3 de julho.

Além dos CILs, a secretaria também oferece o ensino da língua francesa por meio do Programa de Educação Bilíngue Intercultural (Pebi), desenvolvido no Centro Educacional do Lago Norte (Cedlan), escola pioneira da iniciativa na rede pública. Na unidade, o francês faz parte do projeto pedagógico e está presente em atividades e componentes curriculares da educação bilíngue.

*Com informações da Secretaria de Educação

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Fonte: Agência Brasília

TAG:Oportunidades
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