Terminou sem acordo mais uma audiência de conciliação entre o sindicato dos donos de empresas do município do Rio de Janeiro, a Rio Ônibus, e os empregados do transporte rodoviário nesta segunda-feira (6), no Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1).
A pedido do TRT-1 e do Ministério Público do Trabalho (MPT) os patrões devem apresentar uma nova proposta que chegue a pelo menos 5%, já concedida aos rodoviários de Nova Iguaçu e Duque de Caxias, na Baixada Fluminense.
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Segundo ele, as empresas apresentam uma situação frágil e a receita atual é menor do que a de 2023.
Ele informou que os rodoviários fazem nova assembleia nesta terça-feira, às 16h, na sede do sindicato, e podem decidir por uma nova paralisação.
A categoria suspendeu temporariamente a greve na quinta-feira (2) para que os patrões melhorassem a proposta inicial de reajuste.
Greve
No mesmo dia, o presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, acolheu pedido do município do Rio de Janeiro e determinou a ampliação do percentual mínimo da frota em circulação de 50% para 80%, por linha, itinerário e faixa horária, sob pena de multa diária de R$ 100 mil em caso de descumprimento.
Entre as principais reivindicações da categoria estão reajuste salarial, valorização dos pisos remuneratórios, ampliação de benefícios e o pagamento do intervalo para refeição como hora extraordinária.
Já foram realizadas três audiências de conciliação, mas até agora não se chegou a um acordo sobre o reajuste dos rodoviários do Rio.
Fonte: Agência Brasil



