O policial civil Carlos Alberto Freire Neto, de 35 anos, morreunesta quarta-feira (8) quando o carro descaracterizado em que estava foiatacado a tiros,na Zona Norte do Rio de Janeiro.Outrapolicial foi ferida na perna pelos disparos e está fora de perigo.

Segundo a Polícia Civil, os agentes da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF)faziam um levantamento na região da Favela do Muquiço e foram alvo decriminosos da comunidade, que édominada pela facção Terceiro Comando Puro (TCP).
- 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
- ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp
- Ex-prefeito e ex-secretário de Polícia Civil são alvos da PF no Rio.
- Polícia Federal faz operação para conter lavagem de dinheiro do PCC.
- Camelôs protestam contra programa da prefeitura no Rio .
Os policiais foram socorridos parao Hospital Municipal Albert Schweitzer, em Realengo, na Zona Oeste da cidade. Atingido na cabeça, Carlos Alberto morreu no início da tarde.
Após o ataque, centenas de policiais civis cercaram a Favela do Muquiço, mas os autores dos disparos não foram localizados. Na ação, foram usados também dois helicópteros da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).
Em nota, a Secretaria de Polícia Civil lamentou a morte do policial, que ingressou na instituição em dezembro de 2023 e, desde maio, estava lotado na DHBF. Carlos Albertodeixa esposa e dois filhos.
O governador em exercício, desembargador Ricardo Couto disse,em nota, que recebeucom profunda tristeza a notícia.
“O governo do Estado acompanhará de perto as investigações para que os responsáveis por esse crime sejam identificados, presos e responsabilizados com o máximo rigor da lei. Ataques contra agentes de segurança são inaceitáveis e receberão uma resposta firme das instituições”, afirmou o governador.
Fonte: Agência Brasil



