“A falta de umidade no ar favorece o ressecamento das mucosas do nariz, da garganta e dos olhos, além da pele”
Jennifer Rios,engenheira ambiental do programa VigiDesastres
Segundo a engenheira ambiental Jennifer Rios, do programa VigiDesastres, os efeitos da baixa umidade exigem atenção. “A falta de umidade no ar favorece o ressecamento das mucosas do nariz, da garganta e dos olhos, além da pele”, detalha.
A combinação de ar seco e temperaturas elevadas também acelera a perda de líquidos pelo corpo. “O consumo de água é indispensável”, alerta Rios. A hidratação inadequada pode provocar fadiga, tonturas e mal-estar.
Nessa época, pessoas com problemas respiratórios também podem ficar mais suscetíveis a crises de asma, bronquite, rinite alérgica, sinusite e doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), por exemplo.
Grupos mais afetados
Reforço na hidratação
Para manter o corpo hidratado e reduzir os efeitos do período de seca, algumas medidas simples podem ser adotadas no dia a dia. Veja abaixo:
Atenção aos sinais do corpo
Alguns sintomas exigem atenção, como dificuldade para respirar, chiado ou dor no peito, febre persistente e sangramento nasal frequente ou de difícil controle. A desidratação também pode provocar tontura intensa, sonolência e redução importante da quantidade de urina.
Em caso de sintomas, procure uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência. Situações de urgência podem ser atendidas nas Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). Em emergências, acione o Samu-DF pelo 192 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193.
Fonte: Agência Brasília

