O cenário das redes sociais ganhou um novo capítulo de conflito após o rapper xamuel acusa felca de promover ataques virtuais e utilizar sua imagem como motivo de chacota para obter engajamento digital.
O impacto do ambiente digital na vida dos artistas
Conhecido nacionalmente por sua trajetória nas tradicionais batalhas de rima, o músico utilizou suas plataformas digitais para expor que enfrentou intensa hostilização virtual por parte do criador de conteúdo. Enquanto o debate sobre a fobia social tomava grandes proporções na internet, a revelação do artista trouxe uma perspectiva opuesta sobre a convivência online.
No material publicado, o músico fez um contraponto direto sobre como a internet impactou a vida de cada um dos envolvidos, destacando que o ambiente virtual serviu de palco para perseguições recorrentes.
- 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
- ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp
“Enquanto para ele [Felca], a internet foi um refúgio do bullying da rua, para mim a internet foi onde o bullying ganha escala. Quando o Felca e outros influenciadores começaram a me usar de piada recorrente para gerar curtida, engajamento e visualização, aquilo não ficou só na tela”, desabafou o rapper.
Críticas à postura dos influenciadores
Além de relatar as próprias vivências, o músico compartilhou registros de transmissões ao vivo em que era alvo de ataques diretos. O artista também cuestionou a coerência das atitudes do criador de conteúdo frente às pautas abordadas publicamente.
O músico ironizou a situação ao ponderar que o sofrimento gerado por comentários maldosos pode impactar dezenas de usuários da mesma forma que o influenciador alegou ter sido afetado em sua juventude escolar.
“O paralelo que fica é: se você sabe a dor de ser encurralado e hostilizado pelas pessoas na rua, você não pode se tornar esse agressor quando a sua câmera está ligada”, disse. “A internet, diferente do que muita gente pensa, não é uma terra de ninguém sem regras. No outro lado da tela, existe uma criança, um filho, uma mãe, um adolescente, uma pessoa. E carregar essa dor deveria te ensinar empatia e não te dar permissão para continuar o ciclo”, acrescentou.
A repercussão do caso segue dividindo opiniões entre seguidores de ambos os lados, levantando debates fundamentais sobre responsabilidade nas redes sociais e o limite entre o entretenimento e o assédio virtual.

