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Brasil

Fazenda comemora IPCA de 4,26% e projeta menor inflação do Plano Real

Ultima atualização: 9 de janeiro de 2026 16:30
Por: Redação Publicado: 9 de janeiro de 2026
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O Ministério da Fazenda comemorou nesta sexta-feira (9) o resultado da inflação oficial de 2025. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) encerrou o ano em 4,26%, dentro do sistema de metas e com a quinta menor taxa registrada desde 1995, início do Plano Real.

A avaliação é do secretário-executivo da pasta, Dario Durigan, que ocupa interinamente o cargo de ministro da Fazenda durante as férias de Fernando Haddad. Segundo ele, o resultado consolida um cenário de maior estabilidade econômica e reforça a meta do governo de entregar a menor inflação acumulada de um mandato presidencial desde a criação do real.

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“Os 4,26% são o menor IPCA desde 2018. Mas, em 2018, o desemprego estava em 11,6%. Agora está em 5,2%. Estamos entregando inflação e desemprego baixos”, afirmou Durigan, em publicação nas redes sociais.

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O ministro interino destacou ainda que o resultado ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro ao longo de boa parte do ano. No primeiro semestre de 2025, o boletim Focus chegou a apontar projeções de inflação próximas de 5,6%.

 


Brasília (DF), 28.08.2024 - Dario Durigan – secretário executivo do Ministério da Fazenda, durante entrevista coletiva sobre o processo de revisão de gastos. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 28.08.2024 - Dario Durigan – secretário executivo do Ministério da Fazenda, durante entrevista coletiva sobre o processo de revisão de gastos. Foto: José Cruz/Agência Brasil
Brasília (DF), 28.08.2024 – Dario Durigan ressaltou que o resultado do IPCA ficou abaixo das expectativas do mercado financeiro. Foto-arquivo: José Cruz/Agência Brasil – José Cruz/Agência Brasil

Outro ponto ressaltado por Durigan foi o comportamento mais moderado dos preços dos alimentos, que tiveram alta de 1,43% no ano, contribuindo para a desaceleração do índice geral. No grupo alimentação e bebidas, a inflação ficou em 2,95%, bem abaixo dos 7,69% registrados em 2024.

“Com a estabilidade econômica e fiscal que devolvemos ao Brasil, colhemos bom crescimento do PIB, baixo desemprego, aumento da renda real do trabalho e quedas da pobreza, da extrema pobreza e da desigualdade. Não tenham dúvidas: em 2026 não será diferente!”, declarou.

Em 2025, a inflação oficial ficou abaixo do teto da meta, de 4,5%, em um contexto de política monetária contracionista, com a taxa básica de juros em 15% ao ano, no maior nível desde 2006. Em nota, o secretário de Políticas Econômicas da Fazenda, Guilherme Mello, ressaltou que a coordenação entre a política fiscal e monetária ajudou a reduzir as pressões inflacionárias.

Planejamento

A ministra do Planejamento, Simone Tebet, também comemorou o resultado. Em publicação nas redes sociais, ela destacou o impacto positivo da desaceleração dos preços sobre o custo de vida da população.

 


Brasília (DF), 09/07/2025  - Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante audiência pública em Três comissões da Câmara. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 09/07/2025  - Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, durante audiência pública em Três comissões da Câmara. Foto: Lula Marques/Agência Brasil
Brasília (DF), 09/07/2025 – Ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, também comemorou o resultado do IPCA. Foto-arquivo: Lula Marques/Agência Brasil – Lula Marques/Agência Brasil

 

“Fechamos bem o ano: IPCA de 2025 ficou em 4,26%, dentro do intervalo da meta para inflação, e 0,57 ponto percentual abaixo dos 4,83% registrados em 2024. Os preços dos alimentos subiram menos: 2,95% em 2025 contra 7,69% em 2024”, escreveu Tebet.

A ministra acrescentou que a combinação de inflação mais baixa, mercado de trabalho aquecido e aumento da renda melhora diretamente a vida dos brasileiros. Tebet ressaltou a contribuição dos alimentos para a redução do índice de preços.

“Tão importante quanto fechar dentro da meta é a inflação baixa para o item que mais importa: alimentos. Menos da metade de 2024. Mais comida na mesa dos brasileiros, que tiveram aumento real do salário mínimo”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

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