“Espero que um dia acabe essa escala 6×1 e eu possa ter uma vida melhor”, disse o homem que interrompeu os estudos no 4º ano, quando criança.
Ele costuma contar para os filhos que, para mudar para o Centro-Oeste e tentar a vida, vendeu uma cabra que tinha e comprou passagem para a capital do país. Sem estudos, trabalhou também como auxiliar de pedreiro. “Quem sabe um dia eu volto a uma escola como essa”.
Improviso
A estrutura era improvisada inicialmente, mas necessária.
Esperança para o filho
“Foi aqui que a gente cresceu. Nós votamos para ele ter também esperança de futuro. Que ele viva em um país democrático, com ensino de excelência”, diz a mãe, ao lado do marido, o marceneiro Jeremias Azevedo, de 30 anos.
A rotina de Géssica atravessa madrugadas em dias alternados para atender à escala do Hospital de Base, em Brasília, onde trabalha. Ela acorda antes das 4h da manhã todos os dias para pegar o ônibus e chegar a tempo no serviço.







