Resolver pendências do dia a dia, acompanhar consultas, participar de audiências ou buscar informações em órgãos públicos exige, antes de tudo, uma comunicação eficiente. No Distrito Federal, esse acesso tem sido ampliado para a população surda por meio da Central de Intermediação em Libras (CIL), serviço que promove a mediação entre cidadãos e instituições.
“A comunicação não pode ser uma barreira para que o cidadão exerça seus direitos. Com a CIL, ampliamos o acesso aos serviços públicos e fortalecemos a participação das pessoas surdas em diferentes áreas, como saúde, educação e assistência social”
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Willian Cunha, secretário da Pessoa com Deficiência
A CIL também participa de ações e eventos promovidos pelo Governo do Distrito Federal (GDF), ampliando o alcance da acessibilidade para a comunidade surda. De acordo com o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Cunha, o serviço representa um importante instrumento de inclusão e cidadania.
“Garantir o atendimento por meio da Central é assegurar que as pessoas surdas tenham acesso pleno às políticas públicas do GDF. Estamos falando de dignidade, respeito e, principalmente, inclusão. A comunicação não pode ser uma barreira para que o cidadão exerça seus direitos. Com a CIL, ampliamos o acesso aos serviços públicos e fortalecemos a participação das pessoas surdas em diferentes áreas, como saúde, educação e assistência social”, ressalta.
Rotina descomplicada
Para o diretor da CIL, Waldimar Carvalho da Silva, o trabalho desenvolvido vai além da tradução. Sendo uma pessoa surda, ele afirma saber na pele a importância do espaço e explica que o serviço funciona como uma porta de entrada para a acessibilidade da comunidade, oferecendo apoio em situações que vão desde consultas médicas até entrevistas de emprego.

