O Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF) promoveu uma reunião estratégica nesta quinta-feira (5) para alinhar as diretrizes de proteção e assistência ao público feminino. O encontro, conduzido pela Secretaria da Mulher (SMDF), serviu como um balanço das atividades realizadas em 2026 e como ponto de partida para o planejamento de metas e prioridades voltadas ao próximo ano.
Fortalecimento da rede de proteção e participação social
A pauta central do evento destacou a importância da articulação entre o poder público e as entidades da sociedade civil. A inclusão de representantes civis no colegiado é vista como um passo essencial para a construção de políticas públicas mais eficientes. Durante as discussões, os participantes analisaram os desafios atuais para aprimorar a rede de combate à violência e as formas de ampliar o acesso das brasilienses a serviços de autonomia econômica e social.
A secretária da Mulher do DF, Jackeline Aguiar, reforçou que o diálogo constante é a base para o sucesso dessas iniciativas. “Fortalecer o Conselho dos Direitos da Mulher é fortalecer a participação das mulheres na construção das políticas públicas. Esse espaço de diálogo e articulação é fundamental para avaliar os avanços, identificar desafios e definir estratégias que garantam mais proteção, acolhimento e oportunidades para as mulheres do Distrito Federal. Nosso compromisso é avançar cada vez mais na construção de políticas efetivas e integradas”, afirmou.
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Atuação integrada entre instituições
O CDM-DF desempenha um papel fundamental ao incentivar debates e pesquisas que fundamentam as ações do Governo do Distrito Federal. A eficácia do conselho é sustentada pela colaboração de órgãos estratégicos, como o Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), o Ministério Público (MPDFT), a Câmara Legislativa (CLDF), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e a Universidade de Brasília (UnB).
Estrutura e histórico do colegiado
Fundado em 1988, o órgão atua de forma consultiva e deliberativa, buscando assegurar a igualdade de oportunidades e o protagonismo feminino. Sua estrutura é composta por 13 representantes de diversas pastas governamentais, incluindo as secretarias de Saúde, Educação, Segurança Pública e Desenvolvimento Social, além da Defensoria Pública e do IPEDF. Essa composição multidisciplinar permite que o colegiado formule diretrizes que impactam diversas esferas da cidadania, desde a economia até a cultura e o bem-estar social no DF.

