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Distrito Federal

Estudantes da rede pública do DF debatem acesso à cultura

Ultima atualização: 21 de maio de 2026 12:34
Por: Redação
Publicado: 21 de maio de 2026
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Estudantes da rede pública do Distrito Federal participaram, nesta quarta-feira (20), de uma visita guiada ao Museu Nacional da República, dentro da programação do projeto Territórios Culturais, da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF). A atividade integrou a 24ª Semana Nacional de Museus, realizada entre os dias 18 e 24 de maio, em celebração ao Dia Internacional dos Museus.

Participaram da programação estudantes do Centro de Ensino Médio (CEM) 02 de Planaltina e do Centro Educacional (CED) Incra 08 de Brazlândia, além de professores da rede pública e estudantes de graduação da Universidade de Brasília (UnB). A proposta visa aproximar os participantes dos debates sobre memória, patrimônio cultural e ocupação dos espaços culturais da cidade.

“Trazemos para o estudante a ideia de que os territórios culturais, a educação e patrimônio não são algo fixo em um museu ou em algum sítio arqueológico, mas de que ele faz parte, de que ele vive esse patrimônio”

Hércio Ferreira, chefe do Npam

“Trabalhamos bastante na perspectiva de pertencimento. Então, trazemos para o estudante a ideia de que os territórios culturais, a educação e o patrimônio não são algo fixo em um museu ou em algum sítio arqueológico, mas de que ele faz parte, de que ele vive esse patrimônio”, destacou o chefe do Núcleo de Memória da Educação e Arte-Educação (Npam), Hércio Ferreira.

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Hércio também ressaltou que a programação foi construída para aproximar os estudantes das discussões sobre memória, patrimônio cultural e vivência dos espaços culturais do Distrito Federal. “Temos estudantes que estão trabalhando em Brazlândia com inventário cultural participativo. A ideia é trazer esses estudantes para ter um pouco dessa discussão e dessa vivência prática”, explicou.

Memória e identidade cultural

Jornada cultural dos estudantes teve visita guiada pelo museu e participação em mesa-redonda | Fotos: Mary Leal/ SEEDF

Durante a programação, os estudantes receberam exemplares do livro Em busca da Planaltina Perdida, publicação lançada em 2025 como resultado do trabalho de inventário participativo desenvolvido por estudantes e professores da rede pública em Planaltina. A entrega dos exemplares contou com a presença da ilustradora Iasmim Kali, responsável por autografar os livros e conversar com os estudantes sobre o processo de criação da obra.

A publicação integra a coleção Patrimônio para Jovens, desenvolvida por meio de termo de cooperação entre a secretaria e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O livro reúne produções realizadas por estudantes e professores a partir de ações de resgate da memória e valorização do patrimônio cultural local. Além de Planaltina, a iniciativa já resultou em publicações sobre Ceilândia e, neste ano, segue com inventários participativos desenvolvidos junto à comunidade escolar de Brazlândia.

Para Iasmim Kali, a participação no projeto representou a oportunidade de transformar em arte as vivências e memórias construídas junto à comunidade escolar de Planaltina. “Participei indo à escola, conversando com os alunos para entender o que eles gostavam da cidade e o que pensavam para o futuro dela”, lembrou. Segundo a artista, o trabalho desenvolvido em parceria com os estudantes fortalece a valorização da história local e do patrimônio cultural da região.

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Beatriz Christina Silva recebeu o livro “Em busca da Planaltina Perdida” autografado pela ilustradora Iasmim Kali

A estudante Beatriz Christina Silva, de 15 anos, aluna do 1º ano do CEM 02 de Planaltina, destacou que o projeto valoriza a memória e a história da cidade junto às novas gerações. “A gente aprende coisas novas e também consegue mostrar isso para as outras pessoas. É uma forma de preservar quando reconhecemos esse patrimônio da cidade. Também ajuda a olhar melhor para os lugares e a reconhecer a história de Planaltina”, afirmou. Ela também ressaltou a participação dos colegas na construção da publicação, com contribuições em desenhos, paisagens e ideias para os textos do livro.

Museu como espaço educativo

A programação contou, ainda, com a mesa-redonda Territórios Culturais: vozes, acessos e pertencimentos. A proposta buscou aproximar estudantes e professores dos debates sobre cidadania cultural, diversidade de vozes e valorização das experiências construídas nos territórios. Amesa temática reuniu especialistas das áreas de educação, museologia e arte. Entre os participantes estiveram a professora da Faculdade de Educação da Universidade de Brasília (UnB), Renata Almendra; o artista plástico e ex-diretor do Museu Nacional da República, Wagner Barja; e a coordenadora da Coordenação de Museologia Social e Educação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), Marielle Costa Gonçalves, responsável pela mediação da mesa.

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Após a mesa-redonda, os estudantes participaram de uma visita mediada ao Museu Nacional da República, que completa 20 anos em 2026 e atualmente recebe parte da 36ª Bienal de Arte de São Paulo.

Inspirada no título Nem todo viandante anda estradas: da humanidade como prática, da escritora Conceição Evaristo, a mostra propõe reflexões sobre convivência, diversidade e pertencimento. A atividade também buscou desconstruir a percepção do museu como um espaço distante da realidade dos estudantes, fortalecendo a conexão entre escola, território e patrimônio cultural e incentivando a ocupação dos espaços culturais da cidade de forma mais acolhedora e participativa.

*Com informações da Secretaria de Educação

Fonte: Agência Brasília

TAG:Educação Patrimonial
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