Com o aumento do número de casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) no país, uma das maiores preocupações das equipes de saúde tem sido diminuir a transmissão desses vírus. Exemplos recentes no Distrito Federal mostram que o sucesso desses esforços tende a passar pela própria população e por atitudes que as pessoas tomam em meio aos surtos virais.
“Adotar o código de etiqueta respiratória significa demonstrar respeito e proteger a saúde de todos à volta; são ações simples que salvam vidas e demonstram respeito pelo próximo”
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Fernanda Ledes, gerentesubstituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar
“Lavar as mãos frequentemente com água e sabão, utilizar álcool gel 70% e evitar tocar os olhos, o nariz e a boca são barreiras essenciais contra os vírus”, explica a gerente substituta de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Secretaria de Saúde (SES-DF), Fernanda Ledes.
Desinfecção
Segundo a especialista, é preciso, ainda, garantir que os ambientes estejam sempre bem-arejados, mantendo portas e janelas abertas para a circulação do ar. “Também é fundamental não compartilhar objetos de uso pessoal, como copos e talheres, e realizar a desinfecção frequente de superfícies tocadas a todo momento, como mesas e celulares”, aponta. “Por fim, caso apresente qualquer sintoma gripal, o isolamento voluntário em casa é um ato de responsabilidade”.
Outro ponto fundamental da etiqueta respiratória é a utilização de máscara em locais públicos quando apresentar sintomas gripais – como garganta inflamada, tosse e coriza. Caso não seja possível, é importante cobrir a boca e o nariz com o braço ou um lenço descartável sempre que tossir ou espirrar.
*Com informações da Secretaria de Saúde
Fonte: Agência Brasília



