A medida força a realização de um novo julgamento, que ainda não tem data definida.
Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, em 2024, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.
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A execução do empresário ocorreu em 8 de novembro de 2024 no Terminal 2 do Aeroporto Internacional de Guarulhos.
A previsão inicial era de cinco dias de julgamento, com 21 testemunhas ouvidas, das quais nove de acusação.
Além do envolvimento na execução de Gritzbach, eles são acusados pela morte do motorista de aplicativo Celso Novais, que passava pelo local no momento dos tiros, e pelo ferimento de duas pessoas, atingidas por estilhaços dos disparos.
Fonte: Agência Brasil



