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Distrito Federal

Arte contemporânea aproxima estudantes da rede pública e encerra temporada no Varjão neste domingo (21)

Ultima atualização: 19 de junho de 2026 14:47
Por: Redação
Publicado: 19 de junho de 2026
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A arte tem mobilizado estudantes da rede pública do Distrito Federal por meio da exposição O abraço que faz meus pés dançarem, levando jovens a um encontro de expressões e reflexões por meio da pintura. Contemplado pela Lei Paulo Gustavo e coordenado pela Casa Jasmim, o projeto chega ao fim neste domingo (21), após receber alunos de escolas públicas de regiões como Itapoã, Paranoá, São Sebastião, Jardim Botânico e, mais recentemente, Varjão.

Oficinas e performances artísticas coordenadas pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira fizeram parte da temporada de exposição | Foto: Divulgação/Mariana Guedes

Além das visitas guiadas gratuitas à exposição, a iniciativa promoveu ações formativas com estudantes do Centro Educacional São Francisco (Chicão), em São Sebastião. As oficinas, conduzidas em abril pelas artistas Mandí Cintra e Mylena Edna Oliveira, convidaram os estudantes a transformar sentimentos em gestos e movimentos. O resultado foi uma performance apresentada pelos participantes durante a abertura da mostra.

“É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”

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Mandí Cintra, artista plástica

Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto, projetos dessa natureza ampliam as oportunidades de formação cultural e aproximam diferentes públicos das manifestações artísticas. “Além de valorizar novos talentos da cena cultural, a iniciativa fortalece processos de formação de público e de participação social, objetivos que têm sido impulsionados por políticas públicas como a Lei Paulo Gustavo, contribuindo para ampliar oportunidades e fortalecer o ambiente cultural brasileiro”, observa.

Aquarelas inéditas

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Com curadoria de Ricardo Caldeira, a exposição reúne 20 aquarelas inéditas e propõe uma reflexão sobre vínculos, coletividade e sensibilidade. A iniciativa integra um conjunto de ações viabilizadas por recursos públicos voltados para fortalecimento da produção cultural e ampliação do acesso à arte em diferentes territórios do DF.

Segundo Mandí Cintra, o projeto também evidencia o papel das políticas públicas na valorização da cultura e na geração de oportunidades para diversos profissionais envolvidos na cadeia produtiva do setor. A artista lembra que a proposta da exposição buscou criar um espaço de contemplação e diálogo, especialmente com jovens de contextos periféricos, ampliando experiências de criação e convivência para além do ambiente digital. “É muito emocionante ver como essa juventude abraçou a proposta tanto nas oficinas feitas nas escolas quanto na culminância desse processo na ida ao espaço expositivo, quando muitos abraços dançantes se deram dentro e fora da galeria”, relata. “Foi uma feliz confirmação de que o contato com a arte tem o condão de despertar o interesse por esse algo vivo e inquieto que existe dentro de cada um de nós; e, com certeza, esse momento vai gerar a sementinha desejável da importância de alimentarmos aquilo que é sensível em nossas subjetividades para agora e vida agora.”

Fonte: Agência Brasília

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