A verba diz respeito às contrapartidas de investimento estabelecida para expansão de conectividade em rede exclusiva do Estado.
Conforme Siqueira Filho, a iniciativa “não é apenas uma medida social de alta relevância, é também uma estratégia estruturante.”
Para ele, garantir o acesso significa “acelerar a adoção, estimular o mercado e criar as condições para que todo ecossistema se desenvolva de forma sustentável.”
Integração
De acordo com Siqueira Filho, a TV 3.0 “abre caminho para a integração com serviços digitais do governo, transformando a televisão em um ponto de acesso a políticas públicas, especialmente para a população que ainda encontra barreiras no uso de outras tecnologias.”
O modelo da TV 3.0 e sua implantação foram definidos em decreto presidencial de agosto de 2025.
“Estamos falando de personalização, uma TV para cada brasileiro. Pela primeira vez, a televisão aberta poderá oferecer experiências adaptadas ao perfil do usuário, sem perder a sua característica essencial de meio de comunicação em massa”, ponderou.
Novos modelos
Para o diretor-geral da Empresa Brasil de Comunicação (EBC), David Butter, “a experiência da TV 3.0 no Brasil é acompanhada com atenção no exterior”.
“O Brasil se posiciona mais uma vez para liderar”, acredita o diretor-geral.
“A TV aberta brasileira tem, há décadas, escala e relevância. A TV 3.0 chega agora e acrescenta camadas de personalização, regionalização e, sobretudo, de oferta de serviços públicos”, resumiu
O diretor de Operações, Engenharia e Tecnologia da EBC, Bráulio Ribeiro, destacou a participação da EBC na implantação da TV 3.0 e a divulgação do modelo na maior feira mundial de radiodifusão.
Fonte: Agência Brasil



