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Brasil

Caso Gritzbach: viúva de homem morto durante crime relata dificuldades

Ultima atualização: 22 de junho de 2026 17:15
Por: Redação
Publicado: 22 de junho de 2026
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Caso Gritzbach: viúva de homem morto durante crime relata dificuldades
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“Nosso filho me pergunta o tempo todo: ‘Por que tiraram o meu pai de mim?’”, disse a viúva, durante seu depoimento.

Segundo um perito criminal que também foi ouvido nesta segunda-feira pela Justiça, como testemunha de acusação, pelo menos 27 projéteis foram disparados naquele dia.

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Policiais no banco dos réus

Três policiais militares estão sendo julgados pelos dois assassinatos: o tenente Fernando Genauro da Silva, o cabo Denis Antônio Martins e o soldado Ruan Silva Rodrigues, que estão presos.

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Essas duas primeiras testemunhas foram vítimas do crime. Uma delas é um homem que trabalhava no aeroporto e sofreu ferimentos na mão provocados por estilhaços de bala. A outra era uma mulher que foi atingida com estilhaços na região da barriga e que, no dia do crime, estava no Terminal 2 do aeroporto apenas para pedir um carro de aplicativo após ter viajado a trabalho.

Durante o depoimento à Justiça, as duas vítimas disseram não conhecer os assassinados nem os acusados pelo crime e afirmaram que foram surpreendidas pelos disparos.

Gritzbach era réu por homicídio e acusado de envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro para a organização criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Antes de ser assassinado, ele havia assinado uma delação premiada com o Ministério Público do Estado de São Paulo, entregando nomes de pessoas ligadas ao PCC e também acusando policiais de corrupção.

Testemunhas de acusação

Uma dessas dez testemunhas foi arrolada também pelos advogados de defesa dos réus, que relacionaram, no total, 12 testemunhas.

Antes do júri popular ter início, os advogados de defesa dos réus conversaram com a imprensa que aguardava do lado de fora e alegaram que seus clientes são inocentes e que todo o inquérito que foi produzido contra eles foi “manipulado”.

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Júri popular

Depois de serem ouvidas as testemunhas de acusação e de defesa, há o interrogatório dos réus. Em seguida, ocorre a fase de debates, com a argumentação da acusação e da defesa.

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Fonte: Agência Brasil

TAG:caso GritzbachMinistério Público do Estado de São PauloPCCPrimeiro Comando CapitalVinicius Gritzbach
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