Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Siga-nos
Esportes

Como uma Copa América moldou a "Scaloneta" e transformou Lionel Messi

Ultima atualização: 14 de julho de 2026 08:07
Por: Redação
Publicado: 14 de julho de 2026
COMPARTILHAR
Como uma Copa América moldou a "Scaloneta" e transformou Lionel Messi
COMPARTILHAR

A seleção argentina teve um Mundial decepcionante em 2018 – dentro e fora de campo. A fase de grupos foi sofrível, com direito a um empate por 1 a 1 com a Islândia – e o atacante Lionel Messi perdendo pênalti – e derrota por 3 a 0 para a Croácia, marcada por uma falha gritante do goleiro Willy Caballero.

  • 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
  • ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp

Na Copa da Rússia (2018), os argentinos pederam por 3 a 0 para Croácia, em uma partida sofrível, na qualMessi pouca diferença fezem campo – Carlos Barria/Reuters/Direitos reservados

2019, o ano-chave da mudança

Veio, então, a Copa América. Dos 23 jogadores que estiveram na Rússia, eram somente 10 remanescentes: o goleiro Franco Armani, os laterais-esquerdos Nicolás Tagilafico e Marcos Acuña, o zagueiro Nicolás Otamendi, os meias Roberto Pereyra e Giovani Lo Celso e os atacantes Ángel Di Maria, Paulo Dybala, Sérgio Aguero e Messi.

Para outros nove atletas, aquela seria a primeira competição pela seleção principal. Entre eles, o goleiro Juan Musso, os volantes Rodrigo De Paul e Leandro Paredes e o atacante Lautaro Martínez integram o elenco argentino desta Copa. Já De Paul, Paredes e Lautaro foram campeões mundiais em 2022, assim como outros três estreantes de 2019: os zagueiros Juan Foyth e Germán Pezzella e o meia Guido Rodrigues.

A trajetória na Copa América foi sofrida. Na estreia, derrota por 2 a 0 para a Colômbia na Arena Fonte Nova, em Salvador. Depois, empate por 1 a 1 com o Paraguai no Mineirão, em Belo Horizonte. A vitória por 2 a 0 sobre o Catar na Arena do Grêmio, em Porto Alegre, classificou a Argentina para as quartas de final. No Maracanã, novo triunfo por 2 a 0, desta vez sobre a Venezuela.

Os argentinos deixaram o Rio de Janeiro e retornaram a Belo Horizonte para encarar o Brasil. Apesar da melhor atuação do time no torneio, eles não resistiram à Amarelinha, que ganhou por 2 a 0 – os atacantes Gabriel Jesus e Roberto Firmino balançaram as redes.

A Argentina terminou o torneio em terceiro, após a vitória por 2 a 1 sobre o Chile, na Arena Corinthians, em São Paulo, em duelo marcado pela expulsão de Messi, após discussão com o zagueiro Gary Medel. Apesar de mais um ano sem títulos desde a conquista da Copa América de 1993, no Equador, o apoio do elenco – principalmente do camisa 10 – foi crucial e Scaloni seguiu à frente da seleção.

“Nós criamos um grupo a partir da união e quero que nos fortaleçamos cada vez mais. Chegar ao terceiro lugar era o mínimo que poderíamos fazer. Este grupo pode mais e dará muito mais frutos”, projetou o técnico, na entrevista coletiva que concedeu após o duelo contra o Chile.

Scaloneta sem freio

Lionel Messi faturou o primeiro título com a seleção argentina na Copa América de 2021, no Brasil, que derrotou a Amareliinha por1 a 0 no Maracanã- Copa América/Divulgação

Era uma seleção, enfim, com um goleiro confiável (Dibu Martínez). Uma defesa consistente, que manteve veteranos históricos, como Otamendi e Tagliafico, mas trouxe novidades como o lateral-direito Nahuel Molina e os zagueiros Cristian Romero e Lisandro Martínez.

O Mundial do Catar, aliás, ressaltou a nova mentalidade argentina. A surpreendente derrota para a Arábia Saudita, por 2 a 1, na estreia, em outro momento, seria acompanhada de crise dentro e fora de campo. O revés encerrou uma sequência de 36 jogos sem derrotas. Eis que Messi – que, oito anos antes, deu adeus à seleção após fracassar em mais uma Copa América, mas voltou atrás – cravou, como se soubesse a glória que o esperava em 18 de dezembro de 2022.

“Que o povo confie em nós, não vamos deixá-los decepcionados”.

Eles, de fato, não deixaram. E querem repetir a dose quatro anos depois.

Relacionadas
Rivalidade entre Argentina e Inglaterra extrapola as quatro linhas
Após 36 anos, Copa volta a reunir apenas campeões nas semifinais
Andrey Santos troca o Chelsea pelo Manchester United

Fonte: Agência Brasil

TAG:albicelesteArgentinaCopa AméricaCopa do Mundo 2026Lionel MessiLionel Scaloniscalonetasemifinaistécnico
COMPARTILHAR
Facebook Whatsapp Whatsapp Copiar Link Imprimir
COMPARTILHAR
Notícia Anterior Reação ao racismo contra jogadores negros na Copa vai além do futebol Reação ao racismo contra jogadores negros na Copa vai além do futebol
Próxima Notícia ONU Mulheres oferece formação digital gratuita; saiba como participar ONU Mulheres oferece formação digital gratuita; saiba como participar
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- Publicidade -
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
Siga-nos
© 2018 - 2025 Giro 61, Todos os direitos reservados. Criação DEVUX
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?