Colocar o bebê para dormir com a barriga para cima até o primeiro ano de vida: essa é uma das medidas de prevenção à síndrome da morte súbita infantil (SMSI), caracterizada pela morte abrupta de crianças menores de 1 ano sem causa definida, durante o sono. Segundo dados do Ministério da Saúde, em 2024, 119 bebês morreram em decorrência da doença no Brasil. No Distrito Federal, no mesmo ano, foram registradas duas mortes.
“O risco maior é até os seis meses de idade. Alguns cuidados diminuem essa ocorrência, como a posição segura para o sono, a utilização de colchão firme e plano, com lençol preso e sem travesseiro, pelúcias ou protetor de berço. A orientação é nunca colocar o bebê de bruços ou de lado para dormir, utilizar o saco de dormir em vez de cobertor a fim de evitar o sufocamento e o risco de superaquecimento. Caso seja prematuro, é indicado, ainda, fazer um rolinho preso ao colchão que fique ao redor do bebê”, explica a médica neonatologista e pediatra do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib), Marta Rocha.
Orientação profissional
“Foi tudo muito bem explicado. Mostraram na prática como devemos proceder. Acho muito importante sair daqui com tudo esclarecido. Me sinto ainda mais segura para cuidar dela e garantir mais proteção”, afirmou. A filha ainda não recebeu alta, por conta da prematuridade, mas a mãe já está preparada para quando estiverem em casa.
Todo cuidado é pouco
*Com informações da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF)
Fonte: Agência Brasília



