Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Siga-nos
Brasil

Demanda por trabalhadores mantém mercado resiliente, avalia IBGE

Ultima atualização: 28 de maio de 2026 15:15
Por: Redação
Publicado: 28 de maio de 2026
COMPARTILHAR
Demanda por trabalhadores mantém mercado resiliente, avalia IBGE
COMPARTILHAR

A demanda por trabalhadores em todos os segmentos é o motivo da resiliência do mercado de trabalho, que vem mantendo a taxa de desemprego em nível mais baixo, apesar de fatores externos como o nível das taxas de juros. A avaliação é da coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Adriana Beringuy.

A taxa representa ainda alta de 0,4 p.p. na comparação com o período entre novembro de 2025 a janeiro de 2026.

  • 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
  • ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp

“Tem um mercado que gera trabalho e renda e consegue manter-se sustentado porque há uma diversificação da produção. Hoje, não é só o setor público que contrata e nem só o setor privado. Esse espalhamento e essa difusão ajuda nessa resiliência do mercado de trabalho”, explicou a coordenadora.

Para Adriana Beringuy, o mercado de trabalho estaria mais vulnerável e sujeito à flutuações e com baixa sustentabilidade caso a procura por trabalhadores estivesse restrita, por exemplo, apenas ao comércio ou ao segmento informal.

- Publicidade -

“Na medida em que consegue ter vários setores demandando trabalhadores, isso dá sustentabilidade ao mercado de trabalho. Isso ajuda a amortecer determinados efeitos até do ponto de vista macroeconômico, que é a questão das taxas de juros”, disse.

>> Siga o canal da Agência Brasil no WhatsApp

A massa de rendimento real habitual atingiu R$ 377 bilhões, se mantendo estável no trimestre e com aumento de 6,5% ou mais R$ 22,9 bilhões no ano.

“Mesmo diante desse rendimento crescente, as pessoas precisam estar imbuídas no mercado de trabalho para dar conta do consumo. Com taxas de juros elevadas, o consumo fica mais caro”, pontuou.

“Mesmo com o rendimento elevado, muito em função de controle inflacionário ou pela política de valorização do salário mínimo, que traz rendimento maior para algumas atividades mais elementares, ainda assim é necessário manter um bom nível de ocupação. Haja vista que a manutenção do consumo torna-se cada vez mais custosa dado essa taxa de juros”, avalia.

- Publicidade -

“É de fato um momento bastante interessante que a gente está vivendo, que a despeito dessas variáveis macroeconômicas nem tão favoráveis, ainda assim, o mercado se mantém, tanto do ponto de vista quantitativo, em que a gente vê uma população ocupada bem significativa, e também nos ganhos de rendimento do trabalhador”, observou.

“A gente vê mais [o efeito da guerra] na variação de preços do combustível, mas isso se converte em efeito no mercado de trabalho, e a princípio, nesse momento, creio que não seria ainda perceptível”, comentou.

Carteira assinada

Os sem carteira no setor privado somaram 13,3 milhões e também ficaram estáveis no trimestre e no ano.

Outra estabilidade registrada no mercado de trabalho é a do número de empregados no setor público. São 12,9 milhões no trimestre, mas houve expansão de 3,4% ou mais 422 mil pessoas no ano.

- Publicidade -

O número de trabalhadores por conta própria (26 milhões) também ficou estável no trimestre, embora tenha apresentado elevação de 2,3%, ou seja, mais 580 mil pessoas no ano.

Ainda no trimestre, os trabalhadores domésticos chegaram a 5,4 milhões, o que também é estabilidade no período. Mas no ano, mostrou queda de 4,7%, ou menos 268 mil pessoas.

A população fora da força de trabalho, hoje 66,5 milhões, mostrou estabilidade em relação ao trimestre de novembro de 2025 a janeiro de 2026. Frente ao mesmo trimestre do ano anterior, houve expansão de 1,6%, um acréscimo de 1,1 milhão de pessoas.

O percentual de desalentados (2,3%) também mostrou estabilidade no trimestre (2,4%) e recuou 0,4 p.p. no ano (2,7%).

Pesquisa

“Sua amostra abrange 211 mil domicílios, espalhados por 3.500 municípios, que são visitados a cada trimestre. Cerca de 2 mil entrevistadores trabalham nessa pesquisa, integrados às mais de 500 agências do IBGE em todo o país”, informou a pesquisadora.

Fonte: Agência Brasil

TAG:Adriana BerenguyDesempregoempregoIBGEMercado de TrabalhoPNAD Contínua
COMPARTILHAR
Facebook Whatsapp Whatsapp Copiar Link Imprimir
COMPARTILHAR
Notícia Anterior Estudantes dos CILs do Guará e Taguatinga participam de encontro com cônsul da Irlanda
Próxima Notícia Projeto Conexão Para Todos certificará mais 130 alunos
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- Publicidade -
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
Siga-nos
© 2018 - 2025 Giro 61, Todos os direitos reservados. Criação DEVUX
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?