Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural
“O cancro bacteriano da videira representa um risco significativo para a viticultura do Distrito Federal, especialmente neste momento em que os produtores têm ampliado os investimentos na produção de uvas destinadas à elaboração de vinhos. Além do crescimento da área cultivada, os vinhos produzidos no DF vêm conquistando reconhecimento nacional e internacional pela sua qualidade”, observa Rafael Bueno.
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Principal estratégia é a prevenção
“A confirmação da ocorrência demonstra a importância do trabalho permanente de vigilância fitossanitária realizado pela Seagri-DF em parceria com instituições de pesquisa, com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com os próprios produtores rurais”
Danielle Araújo,subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF
Como não existe tratamento curativo capaz de erradicar a bactéria de plantas infectadas, a principal estratégia é a prevenção. Entre as recomendações estão a utilização de mudas provenientes de viveiros regularizados, a realização de inspeções frequentes nos parreirais e a desinfecção de ferramentas e equipamentos utilizados no manejo.
Após a confirmação da ocorrência, a Seagri-DF passou a atuar em conjunto com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) na delimitação do foco e na investigação da possível origem da introdução da bactéria. As equipes técnicas também intensificaram o monitoramento das áreas produtoras de uva e estão orientando os produtores sobre medidas preventivas para evitar a propagação da doença.
Até o momento, a ocorrência foi identificada em uma propriedade rural e as ações de vigilância fitossanitária estão sendo ampliadas para avaliação da situação epidemiológica da doença no Distrito Federal.
A subsecretária de Defesa Agropecuária da Seagri-DF, Danielle Araújo, destaca que a confirmação da ocorrência demonstra a importância do trabalho permanente de vigilância fitossanitária realizado pela secretaria em parceria com instituições de pesquisa, com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com os próprios produtores rurais.
“A confirmação da ocorrência demonstra a importância do trabalho permanente de vigilância fitossanitária realizado pela Seagri-DF em parceria com instituições de pesquisa, com o Ministério da Agricultura e Pecuária e com os próprios produtores rurais. Neste momento, estamos intensificando as ações de monitoramento e investigação epidemiológica para compreender a distribuição da doença e adotar as medidas necessárias para proteger a viticultura do Distrito Federal”, afirma Danielle Araújo.
A secretaria reforça a importância da participação dos produtores no processo de vigilância. Qualquer suspeita da doença deve ser comunicada imediatamente à Gerência de Sanidade Vegetal (Gesav), possibilitando a realização de inspeções oficiais, coleta de amostras e adoção das medidas fitossanitárias necessárias.
A detecção precoce é considerada fundamental para evitar a disseminação em larga escala e proteger a produção vitivinícola do Distrito Federal. Produtores que identificarem sintomas suspeitos devem interromper imediatamente o trânsito de materiais vegetais da área e comunicar a Gerência de Sanidade Vegetal (Gesav).
*Com informações da Seagri-DF
Fonte: Agência Brasília



