Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Siga-nos
Distrito Federal

DF tem 77 locais de atendimento para quem quer parar de fumar

Ultima atualização: 29 de maio de 2026 14:30
Por: Redação
Publicado: 29 de maio de 2026
COMPARTILHAR
COMPARTILHAR

Você trocaria algo caro e que faz mal por uma vida mais saudável e com mais tempo de qualidade ao lado de sua filha? Há oito meses, essa foi a decisão que a diarista Keila Maria de Abreu,de 40 anos, resolveu tomar. Com o apoio da Unidade Básica de Saúde (UBS) 2 de Taguatinga, encarou de frente o desafio de parar de fumar e hoje já colhe os benefícios da decisão. “Um dia de trabalho meu era só para pagar o cigarro. Depois que parei, consegui comprar um guarda-roupa. E toda semana saímos para comer alguma coisa gostosa”, comemora.

A alegria contagiou a família: “Confesso que minha mãe ficou bem nervosa ao parar com o cigarro, mas hoje está mais tranquila, mais do que quando fumava todos os dias”, elogia a filha Ana Luiza de Abreu, de 15 anos. A adolescente também celebra o bem-estar familiar: “A casa não está mais com cheiro ruim. Eu também estou respirando melhor”.

  • 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
  • ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp

A quase 50 quilômetros dali, na UBS 3 de São Sebastião, outra mulher tem a mesma motivação para parar de fumar. A publicitária Hélida Wonstein, 40, não quer servir de mau exemplo para os filhos. Por esse motivo, neste mês, passou a frequentar o grupo de tabagismo da unidade de saúde. “Já consegui tirar aqueles cigarros que eram habituais no dia a dia, como aqueles depois de tomar um café”, conta. Ela ainda não marcou o “dia D” para afastar o vício totalmente, mas está otimista: “Eu já parei uma vez. Vou conseguir de novo”, promete.

- Publicidade -
O grupos contra o tabagismo da Secretaria de Saúde destacam-se pela abordagem multidisciplinar e o acolhimento a um público diverso | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF

Abordagem multidisciplinar

“Fazemos dinâmicas como perguntar o que o cigarro significa para cada um: as pessoas definem como amigo, como companhia, como relaxante. Depois perguntamos o que o cigarro já tirou: dinheiro, saúde, tempo com filho. Também informamos muito sobre a composição desses produtos, e as pessoas se surpreendem”, acrescenta a farmacêutica Fernanda França, da UBS 3 de São Sebastião. Outro método de sucesso na unidade é a “cápsula do tempo”, no qual pacientes registram seus anseios antes do tratamento e, 30 dias depois, podem ter orgulho da própria mudança.

Prazo

O caminho que leva a uma vida longe do vício não é linear e o tempo não se apresenta de forma igual para todo mundo. Há quem decida largar o cigarro com apenas um encontro. Mas há, também, pacientes que tentam várias vezes antes de conseguir completamente. “Com um apoio estruturado, a taxa de sucesso, no geral, varia entre 15% e 85%. Nosso objetivo é atingir pelo menos 30%”, explica o coordenador do Programa de Controle do Tabagismo no DF, Saulo Viana.

Antônio Eustáquio diz que nunca é tarde para parar de fumar; aos 69 anos, comemorou 12 meses longe do cigarro, depois de descobrir um enfisema pulmonar

Desafio para todas as idades

- Publicidade -

Os grupos de tabagismo caracterizam-se pela diversidade, com pessoas de classes sociais, profissões e faixas etárias distintas. Aos 69 anos, o aposentado Antônio Eustáquio Russo diz que sempre é hora de largar o vício. “Nunca é tarde para nada. Se a pessoa quer ter uma qualidade de vida melhor, precisa buscar uma UBS que presta esse serviço e participar”, aconselha.

Ao descobrir o início de um enfisema pulmonar, Antônio decidiu procurar a UBS 2 de Taguatinga. “Comecei a fumar aos 13 anos. Foram 55 anos de cigarro”, conta. Ele disse ter dispensado apoio de fármacos durante o tratamento, preferindo a experiência de conversar com os profissionais e com outros pacientes. “A minha decisão de parar tem que ser definitiva”, opina.

Fonte: Agência Brasília

- Publicidade -
COMPARTILHAR
Facebook Whatsapp Whatsapp Copiar Link Imprimir
COMPARTILHAR
Notícia Anterior Macarrão instantâneo gourmet? Veja como elevar o prato em minutos Macarrão instantâneo gourmet? Veja como elevar o prato em minutos
Próxima Notícia Servidores do SLU participam de atividade sobre separação correta de resíduos
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- Publicidade -
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
Siga-nos
© 2018 - 2025 Giro 61, Todos os direitos reservados. Criação DEVUX
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?