A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) tem na rede de 183 unidades básicas de saúde (UBSs) a principal porta de entrada para o serviço. Em cada UBS, a equipe multidisciplinar está preparada para avaliar a situação dos pacientes. Também há a entrega de medicamentos de uso contínuo, além de acompanhamento para mudanças de estilo de vida, como perda de peso, adoção de uma rotina de exercícios físicos e combate ao tabagismo.
Atenção integral
Dependendo do quadro clínico, o paciente é encaminhado a um centro especializado. É o caso do Centro de Referência em Atendimento a Diabetes e Hipertensão (Crahd), inaugurado em 2025, que conta com uma equipe especializada de médicos, enfermeiros, técnicos em enfermagem, farmacêutico, serviço social, psicólogo e nutricionista. “O nosso centro de referência atende pacientes de alto e muito alto risco. A equipe se reúne, discute o caso e entrega um plano de cuidados”, explica a enfermeira Daianne Mota, gestora do cuidado aos pacientes do Crahd.
Um dos pacientes atendidos é o produtor cultural Márcio Sarmento, 52 anos. Ele elogia o acolhimento e cobra mais atenção de si mesmo. “Os profissionais são bacanas. Acho que o principal é o paciente querer aderir ao tratamento, mas a gente falha ainda”. No Crahd, ele elogia o fato de também ter acesso ao tratamento da diabetes e por vários profissionais se preocuparem com a saúde dele de maneira integral.
No Distrito Federal, dados da Secretaria de Saúde mostram a queda das internações por hipertensão arterial. Em 2024, foram 429 internações, frente a 376 em 2025.
Fonte: Agência Brasília



