O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, tomou a decisão nesta sexta-feira (6) de validar o acordo de delação premiada firmado por João Carlos Mansur, fundador e ex-presidente da Reag Investimentos.
Investigação sobre fraudes financeiras
A delação premiada João Carlos Mansur foi pactuada junto à Procuradoria-Geral da PGR e segue sob regime de sigilo judicial. O empresário havia sido alvo de medidas de busca e apreensão em janeiro deste ano, durante a segunda etapa da Operação Compliance Zero.
Essa operação policial apura supostas fraudes financeiras envolvendo o Banco Master e a tentativa de aquisição da instituição financeira pelo Banco Regional de Brasília (BRB), que é um banco público controlado pelo Governo do Distrito Federal (GDF).
- 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
- ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp
Sanções do Banco Central
Antes da homologação do acordo no STF, a Reag Investimentos passou por intervenção severa e foi liquidada pelo Banco Central. A autarquia federal apontou “graves violações” às regulamentações obrigatórias para as entidades integrantes do Sistema Financeiro Nacional.
O avanço nas investigações conduzidas pelo STF promete trazer novos desdobramentos sobre as operações financeiras sob suspeita no sistema bancário brasileiro, mantendo o foco nas movimentações envolvendo o Banco Master e as instituições correlatas.

