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Distrito Federal

GDF reforça prevenção contra incêndios florestais com blitz educativa no Park Way

Ultima atualização: 24 de abril de 2026 13:04
Por: Redação
Publicado: 24 de abril de 2026
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A manhã desta sexta-feira (24) foi marcada por uma mobilização educativa na feirinha da Quadra 14 do Park Way, de olho na redução de focos de incêndio e na proteção da Área de Proteção Ambiental (APA) Gama e Cabeça de Veado. A ação, coordenada pela Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF), faz parte do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF) e reuniu diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para abordar motoristas e pedestres.

O secretário de Meio Ambiente interino, Rafael Luiz Ramalho de Santana, ressaltou a importância da antecipação ao período mais crítico da estiagem. “Estamos na nossa segunda blitz de prevenção e combate aos incêndios do ano. É fundamental a população receber informação e estar participando de forma ativa. A seca está logo ali e a gente sabe muito bem como o Distrito Federal sofre nesse período. Nosso trabalho primeiro é de conscientização. O Governo do Distrito Federal tem se preocupado bastante com isso, em colaboração também com outros órgãos”, afirmou.

Além dos órgãos que fazem parte do PPCIF, a ação também conta com 30 estudantes do 5º ano do Ensino Fundamental I do Centro Educacional de Vargem Bonita. Para o secretário, a participação dos alunos torna o trabalho de conscientização “mais leve” e eficaz. “Sem falar que também é uma preparação para o futuro. O meio ambiente também se trata de futuro. Então, trazendo as crianças para participar desse momento, elas se tornam conscientes, e estamos preparando futuros preservadores do meio ambiente”, completa.

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A ação reuniu diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) para abordar motoristas e pedestres| Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília

A coordenadora do PPCIF, Carolina Schubart, explicou a escolha estratégica da região. “O Park Way está inserido dentro da APA do Gama e Cabeça de Veado, que é uma área super importante para o Distrito Federal em termos de preservação do Cerrado”, detalhou.

Segundo a gestora, a blitz ocorre agora porque, a partir de julho, os incêndios tornam-se mais agressivos, mudando o foco da prevenção para o combate. Para Carolina, a iniciativa em parceria com os estudantes desperta neles a importância do cuidado com o meio ambiente. Além disso, muitos moram na área rural e se tornam multiplicadores nas famílias e comunidades. “A gente trabalha com as crianças para trazer essa leveza e conscientização, especialmente em áreas rurais onde há maior incidência de fogo por queima irregular de lixo ou resto de poda”, completou.

Vozes da comunidade

Os motoristas que passaram pelo local aprovaram a iniciativa. O motorista profissional Matheus Victor Silva, morador do Gama, destacou o impacto das crianças na abordagem. “Eu acho certinho isso. Tem que falar para o próximo para não botar fogo, senão estraga a natureza”, disse. Para ele, o envolvimento dos alunos é um diferencial. “Quando é um adutlo falando, muitas vezes a gente nem esquenta muito. Mas se é uma criança, a gente bota a cabeça no lugar”, avaliou o motorista.

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Elaine Carneiro, boleira que passava pelo local a trabalho, também elogiou a ação. “Acho um ótimo incentivo, não só para a gente, mas para as crianças também, porque todo mundo tem que ter essa consciência de preservar o nosso ambiente. Dependemos dele para ter uma qualidade de vida melhor”, refletiu a moradora de Ceilândia.

Próximas ações

A blitz educativa do Park Way é a segunda de um cronograma que prevê mais cinco ações no Distrito Federal. De acordo com a Sema, as próximas mobilizações ocorrerão na última sexta-feira de cada mês. Em maio, está prevista uma blitz simultânea nas regiões do Jardim Botânico e do Lago Oeste. Outras áreas constantemente afetadas por incêndios florestais, como a Floresta Nacional de Brasília (em Brazlândia), Riacho Fundo e Granja do Torto, também receberão a iniciativa.

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Elaine Carneiro, boleira que passava pelo local a trabalho, também elogiou a ação

Crime ambiental: multas e o que fazer ao avistar fogo

Durante a blitz, foram distribuídos materiais informativos com o slogan “DF de Olho no Fogo”, com orientações sobre a Lei de Crimes Ambientais e informações para produtores rurais sobre manejo controlado.

A lei permite aos produtores rurais usar a queima controlada em algumas situações. Mesmo assim, ela é perigosa e precisa ser feita de forma correta. Um curso gratuito do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), em parceria com o PrevFogo, aborda as técnicas seguras em propriedades rurais (Técnicas de Realização de Queima Controlada em Propriedades Rurais — Senar Play).

Antes de fazer uma queima controlada, é preciso solicitar autorização da Sema-DF, que é obrigatória. A permissão pode ser suspensa, de forma temporária, nas épocas de estiagem intensa, que aumentam os riscos dos incêndios florestais.

Entre as alternativas ao uso do fogo, estão adubação verde, agroecologia, agroextrativismo, apicultura e meloponicultura, artesanato e reciclagem, compostagem e minhocultura, consórcio e torração de culturas, ecoturismo e turismo rural, pastagem ecológica, pastejo misto, permacultura, plantio direto, silagem e sistemas agroflorestais.

Fazer queimadas sem autorização do órgão ambiental ou sem tomar os devidos cuidados no DF é infração penal, de acordo com a Lei nº 4.329/2009, sujeita a multa de R$ 500 a R$ 5.000. Provocar incêndios em mata ou floresta é crime sujeito a multa e reclusão de dois a quatro anos.

Denúncias sobre suspeitas de autoria de incêndios florestais devem ser feitas à Polícia Militar (190), quando há possibilidade de intervenção imediata, e à Polícia Civil (197), para crimes já cometidos.

Caso o cidadão aviste um incêndio florestal ou práticas irregulares de queimada, deve entrar em contato imediatamente com os órgãos ambientais, o Corpo de Bombeiros (193) ou a linha verde do Ibama, por meio de ligação gratuita pelo telefone 0800 061 8080.

Fonte: Agência Brasília

TAG:Prevenção
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