Ao usar este site, você concorda com a Política de Privacidade e os Termos de Uso.
Aceitar
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
  • Início
  • Distrito Federal
  • Brasil
  • Gastronomia
  • Esportes
  • Política
  • Turismo
Siga-nos
Distrito Federal

O ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta

Ultima atualização: 6 de junho de 2026 16:34
Por: Redação
Publicado: 6 de junho de 2026
COMPARTILHAR
COMPARTILHAR

Grupo da organização do evento com a palestrante da conferência de abertura e membros da mesa-redonda | Fotos: Divulgação/HCB

“Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos”

Valdenize Tiziani, diretora executiva do HCB

  • 📱 Favorite o Giro 61 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
  • ✅ Clique aqui para seguir o canal do Giro 61 no WhatsApp

Na abertura das atividades, a diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani, relembrou a evolução histórica da criança como sujeito de direitos e destacou a mudança de paradigma dentro da medicina. Segundo a diretora, historicamente, o saber médico priorizava o diagnóstico em detrimento da identidade do paciente.

“Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos”, contextualizou Tiziani.

Hoje, o HCB fundamenta suas práticas em diretrizes legais de proteção, como a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas.

- Publicidade -
Cristiane Salviano, gerente de Pesquisa do HCB,ressaltou que a instituição trata o brincar como um indutor do desenvolvimento infantil

Brinquedotecas e a construção da cidadania

A conferência de abertura, intitulada “O papel do brincar no ambiente hospitalar de crianças e adolescentes”, foi ministrada por Maria Célia Malta Campos, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP) e presidenta da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri). A palestrante defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos”. Para ela, a criança utiliza a brincadeira para elaborar e evocar experiências vividas, enquanto o adulto e o idoso utilizam o lúdico como ferramenta de projeção e criatividade. “O adulto pode viajar para outro planeta, ir para o futuro, devanear”, explicou.

A professora Maria Célia Malta Campos defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos”

Práticas integradas de humanização no HCB

“Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé”

Luciana Monte, médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB

A integração entre as equipes assistenciais e a pedagogia hospitalar foi o ponto central da intervenção de Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado ao Paciente Oncohematológico. Borges explicou que a ambientação do HCB é utilizada estrategicamente para preservar a identidade da criança durante o tratamento, adequando as ações educativas a cada fase do desenvolvimento.

Na área de reabilitação física, o terapeuta ocupacional Tulio Medina demonstrou como o ambiente externo do hospital pode se transformar em recurso terapêutico. Ao propor charadas e a criação de histórias baseadas no cenário ao redor, o profissional estimula a imaginação e as funções motoras dos pacientes mesmo sem o uso de aparelhos convencionais.

- Publicidade -

Fechando as discussões, Fabíola Gonzaga de Freitas, gerente da Atenção às Aprendizagens da Secretaria de Educação (SEEDF), apresentou o panorama das Classes Hospitalares, que atuam em parceria com a SES-DF para garantir a continuidade do atendimento pedagógico dos estudantes internados. Conforme a especialista, a iniciativa dialoga com as diretrizes do Currículo em Movimento e com o projeto Plenarinha, que introduz conceitos de participação política e controle social desde a educação infantil.

Fonte: Agência Brasília

TAG:Estatuto da Criança e do Adolescente
COMPARTILHAR
Facebook Whatsapp Whatsapp Copiar Link Imprimir
COMPARTILHAR
Notícia Anterior Ministro do Esporte entrega marco regulatório da Copa Feminina à Fifa Ministro do Esporte entrega marco regulatório da Copa Feminina à Fifa
Próxima Notícia Invicto, Brasil encara campeãs olímpicas na Liga das Nações de Vôlei Invicto, Brasil encara campeãs olímpicas na Liga das Nações de Vôlei
Nenhum comentário Nenhum comentário

Deixe um comentário Cancelar resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

- Publicidade -
Giro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e PolíticaGiro 61 | Notícias do Distrito Federal, Entorno e Política
Siga-nos
© 2018 - 2025 Giro 61, Todos os direitos reservados. Criação DEVUX
  • Quem Somos
  • Anuncie
  • Contato
  • Termos de Uso
  • Política de Privacidade
Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta

Username or Email Address
Password

Perdeu sua senha?