A iniciativa é realizada por educadores musicais do Distrito Federal e conta com apoio do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF). As atividades trabalham percepção corporal, vibração, movimento e experimentação sensorial como formas de aproximar o público das vivências musicais.
“A música não é só ouvir. Ela também é corpo, vibração e movimento”
Danilo Cabral, idealizador do projeto
Segundo o idealizador do projeto, Danilo Cabral, a iniciativa busca romper com a ideia de que a música é acessível apenas para ouvintes. “A música não é só ouvir. Ela também é corpo, vibração e movimento. Durante muito tempo, pessoas surdas e com deficiência auditiva foram afastadas das experiências musicais, como se a música dependesse apenas da audição”, afirma.
“O acesso à cultura precisa ser construído com inclusão, escuta e oportunidades reais de participação. A oficina mostra como a arte pode criar pontes, ampliar experiências e garantir que pessoas surdas e com deficiência auditiva também ocupem plenamente os espaços da formação cultural”, destaca o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto.
Fonte: Agência Brasília



