O estudo, que no Brasil é coordenado pela professora Bruna Martins de Freitas, da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), reúne instituições de ensino superior brasileiras e portuguesas com o objetivo de fortalecer a produção de evidências científicas sobre saúde escolar e contribuir para o aprimoramento de políticas públicas voltadas a crianças e adolescentes.
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Na Escs, a coordenação local é conduzida pela especialista do curso de enfermagem Manuela Costa Melo, que lidera uma equipe formada pelas estudantes Letícia de Oliveira Martins, Manuela Costa Lima e Paloma Marques Sousa, participantes do Programa de Iniciação Científica Voluntária (PICV), e Anndreya Marques de Souza Rodrigues, ex-aluna da instituição e atualmente vinculada ao programa de mestrado profissional em ciências para a saúde da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF).
Saúde escolar
“Atualmente, os pesquisadores realizam a coleta de dados das etapas seguintes, que incluem a avaliação das políticas e práticas de saúde escolar com profissionais da educação e da enfermagem, além de uma pesquisa participativa com adolescentes por meio da metodologia photovoice, baseada em registros fotográficos e narrativas produzidas pelos próprios estudantes”, detalha a professora.
“Os resultados da pesquisa poderão auxiliar os países na definição de prioridades, no estabelecimento de programas e normas e na viabilização de recursos para essa área”
Manuela Costa Melo, especialista do curso de enfermagem da Escs
Alinhado às diretrizes da Organização Mundial da Saúde (OMS), o projeto vai ao encontro do que a organização defende em relação ao fortalecimento da promoção da saúde no ambiente escolar.
A publicação Guideline on School Health Services, da OMS, avalia que os serviços de saúde escolar existentes em muitos países são frequentemente insuficientes, não baseados em evidências científicas, subfinanciados e implementados de forma limitada.
*Com informações da Fepecs
Fonte: Agência Brasília



