Cuidado de décadas
O Dia Mundial do Aleitamento Materno remonta a 1981, quando os Estados-membros da Assembleia Mundial da Saúde (AMS), órgão deliberativo supremo da Organização Mundial da Saúde (OMS), aprovaram o Código Internacional de Marketing de Substitutos do Leite Materno.
Ambos os textos regulam produtos e alimentos que podem ser utilizados como substitutos do aleitamento materno. De acordo com os documentos, são vedadas a distribuição de amostras de mamadeiras, bicos, chupetas e suplementos nutricionais indicados para recém-nascidos de alto risco e a atuação de representantes comerciais nas unidades de saúde. As medidas buscam enfatizar a importância da amamentação como forma de melhorar a nutrição e a saúde materno-infantil.
“Quando a gente protege o aleitamento materno, estamos contribuindo para a formação de um adulto mais saudável, com menor possibilidade de doenças crônicas e adequado desenvolvimento cognitivo”, explica Graça Cruz. “Buscamos a formação de um cidadão pleno.”
Resultados
O resultado representa avanço em relação ao ano anterior, supera a média nacional em mais de 20% e cumpre com a meta da OMS de alcançar pelo menos 50% de AME até 2025. No que se refere ao aleitamento materno continuado (AMC), até os dois anos ou mais, 72,5% das crianças acompanhadas no DF estavam sob tal condição. O percentual é quase 30% superior à média nacional de 43,4%.
*Com informações da Secretaria de Saúde
Fonte: Agência Brasília



