Os depoimentos serão tomados no dia 11 de junho, quando também serão ouvidas 20 testemunhas de defesa e de acusação.
Buzzi foi afastado do cargo e passou a ser alvo de um processo administrativo disciplinar (PAD) após ter sido denunciado pelas supostas vítimas.
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Após o caso vir à tona, uma ex-funcionária terceirizada do gabinete do ministro denunciou que também foi alvo de assédio sexual.
Buzzi também é alvo de um procedimento no Supremo Tribunal Federal (STF), que analisa o caso na esfera criminal. Por ser ministro do STJ, ele tem foro privilegiado no STF.
Desde o surgimento das acusações, a defesa do ministro sustenta que o magistrado não cometeu qualquer ato impróprio e que isso será provado no decorrer da investigação.
Fonte: Agência Brasil



